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História - O melhor do bairro de Centro, Araraquara, SP

Históra de Araraquara

Os “Campos de Araraquara”- um caminho para as minas

O povoamento e a cata de ouro nos rios da região

Um mineiro de Barbacena funda Araraquara

De Freguesia a Vila

A agricultura canavieira e os engenhos de açúcar

O café entra em cena

Crise da mão-de-obra escrava e imigração

O café altera o modo de vida

Novos padrões culturais

A indústria no mundo do café

A crise do coronelismo e da cafeicultura

 Araraquara no século XXI

Resumo de nossa História

 

 

Agricultura 
Altitude 
Área do Município 
Área Verde 
Aspectos Demograficos 
Aspectos Economicos 
Comércio e Serviços 
Educação 
Habitação 
Industria 
Limites Tipos de Solo 
Localização 
Matriz Emergética 
Meios de Comunicação 
Pecuária 
Pontos Turísticos 
Potencialidades 
Prefeitos de 1896 a 2009 
Saúde 
Segurança 
Telefonia 
Transportes 



 
 

 

Os “Campos de Araraquara”- um caminho para as minas

No período colonial, os “Campos de Araraquara” abrangiam uma vasta região, ainda inexplorada pelos colonizadores brancos, estendendo-se desde o rio Piracicaba até os confins do sertão, na divisa com a capitania de Mato Grosso. Delimitada também pelos cursos do Tietê e Mogi, desde o início do século XVII a região já era alvo da ação bandeirante na busca de índios e da cata ao ouro, recebendo os primeiros registros históricos a partir de 1724, quando as autoridades da capitania de São Paulo tentavam encontrar um caminho terrestre alternativo para chegar às minas de Cuiabá. Partindo de Itu, as entradas percorriam os “Campos de Araraquara”, margeavam o Tietê, alcançando finalmente o Rio Grande e daí as regiões mineradoras.

O povoamento e a cata de ouro nos rios da região

A vastidão do território e a ausência da autoridade colonial possibilitaram que a partir da segunda metade do século XVIII, os “Campos de Araraquara” recebessem os primeiros povoadores não indígenas, representados por escravos fugidos, perseguidos pela justiça e garimpeiros, atraídos pela existência de ouro nos rios Jacaré-Pipira, Jacaré-Guaçu, Chibarro, ribeirão da Cruzes e do Ouro. A atividade mineradora nos “Campos de Araraquara” mereceu registro testemunhal de José Bonifácio de Andrada e Silva.

Um mineiro de Barbacena funda Araraquara

A ocupação efetiva, no entanto, tem como marco histórico o ano de 1790, quando Pedro José Neto, mineiro de Barbacena, se fixou na região proveniente da Vila de Itu, onde fora acusado de delito. O povoamento se intensifica a partir de 1810, com a chegada de moradores originários de Minas Gerais, Itu, Piracicaba, Tietê, Porto Feliz, Jundiaí e Campinas. Dispondo de vastos espaços e pastagem abundante, a criação de gado bovino foi, por muito tempo, a principal atividade econômica da região. Havia também rebanhos de eqüinos, suínos, carneiros, cabras e uma rudimentar agricultura de susbsistência, baseada no cultivo de milho, arroz, feijão, algodão e fumo. Nessas circunstâncias, enclausurada no sertão e especializada na pecuária, a economia dos "Campos de Araraquara” caracterizava-se como uma atividade subsidiária da região açucareira (Campinas, Jundiaí, Piracicaba, Itu, Porto Feliz), para onde “exportava” parte de sua produção.

Elevada à condição de Freguesia de São Bento de Araraquara, subordinada à Vila de Itu, em 22 de agosto de 1817, data oficial de fundação da cidade, consagrando-se Pedro José Neto como o principal personagem pelo surgimento de Araraquara. Nessa época, a região contava 303 habitantes, dispersos em várias propriedade rurais, onde, além dos fazendeiros e familiares, trabalhavam 54 escravos e 100 agregados. O primitivo núcleo urbano, habitado por carpinteiros, ferreiros, sapateiros, oleiros, tecelões e funcionários da administração, se desenvolveu ao redor da capela erigida em louvor a São Bento, padroeiro da cidade.

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De Freguesia a Vila

A definição da identidade local assumiu uma nova dimensão, em 1832, quando a Freguesia foi elevada à categoria de Vila, conquistando definitivamente a autonomia administrativa. Um ano depois era instalada a Câmara, com sete vereadores eleitos para um mandato de 4 anos, configurando o domínio político dos proprietários rurais, sob o conjunto dos homens livres e da escravaria.

Os contornos políticos-administrativos da Vila se concretizaram de imediato nas “posturas municipais”, que regulamentariam direitos e deveres individuais e coletivos. Ao contrário do período de fundação da Freguesia, o cenário humano local passara por grande transformação. Por volta de 1836, informa a historiadora Ana Maria Martinez Corrêa, a Vila de São Bento de Araraquara registrava um total de 2764 habitantes, dos quais 554 eram escravos.

A agricultura canavieira e os engenhos de açúcar

Além das mudanças políticas e demográficas a economia dos “Campos de Araraquara” também se modificava, impelida pelas transformações ocorridas nas áreas de cultivo de cana, onde avançava a cultura cafeeira. O primeiro registro sobre a presença de instalação da lavoura canavieira na região de Araraquara data de 1825, com a montagem de um engenho na sesmaria do Ouro para produzir açúcar e aguardente. Rompia-se o predomínio da pecuária, surgindo as fazendas mistas, que abrigavam o cultivo de cana, criação de gado e cultura de subsistência. A atividade canavieira, que se intensificou a partir de 1850, acarretou, por sua vez, uma série de transformações no quadro local: vinda de fazendeiros de Piracicaba, Itu, Porto Feliz, valorização da terra, intensificação dos conflitos entre os agricultores e escassez de mão-de-obra e, conseqüentemente, aumento do preço dos escravos. Segundo registros da época, existiam em 1862 trinta “fábricas de açúcar” na região.

O café entra em cena

Foi no espaço das fazendas mistas que se iniciou o cultivo do café nos “Campos de Araraquara”. Primeiro como planta de pomar para consumo doméstico. Em 1852 já existiam 2 fazendas de café em Araraquara, mas a exploração comercial do produto só se intensificou no final da década de 1860, sendo marcante a presença de fazendeiros originários de Minas, Piracicaba e Porto Feliz. A economia cafeeira, como principal fonte de riqueza da região e do próprio país, avança até o início do século XX, freqüentemente abalada por profundas crises, com reflexos na vida local e nacional. Da mesma forma que ocorrera com a cultura canavieira, a cafeicultura desencadeou um vertiginoso processo de concentração e valorização da terra, exigência constante de oferta de mão-de-obra agravada com a decadência do trabalho escravo. No campo político, a cena foi dominada pelo poder dos coronéis, cuja força perdurou até a Revolução de 1930. Foi nos quadros do coronelismo, capitaneado pelos proprietários de cafezais, que Araraquara foi sacudida pelos trágicos acontecimentos do episódio dos Britos, em 1897.

Crise da mão-de-obra escrava e imigração

O auge da expansão cafeeira na região de Araraquara, no final do século XIX, coincidiu com a crise do trabalho escravo, agravada pelo movimento abolicionista. Nas fazendas, eram freqüentes os assassinatos de administradores, enquanto os fazendeiros se apegavam desesperadamente à continuidade da escravidão. A necessidade de mão-de-obra foi suprida por trabalhadores nacionais (nordestinos) e europeus. Já no início da década de 1870 chegavam a Araraquara imigrantes de diversas nacionalidades, particularmente italianos, para o trabalho nos cafezais e nos serviços artesanais. A vinda dos trabalhadores europeus marcaria definitivamente a vida sócio-cultural de Araraquara, legado que persiste na atualidade representado na culinária, no modo de falar, no sobrenome das famílias, festejos e nas atividades econômicas.

O café altera o modo de vida

O acúmulo de riqueza proveniente da agricultura cafeeira transforma de forma radical o modo de vida de Araraquara, particularmente o perfil cultural dos proprietários rurais. A abundância de capitais estimula a diversificação dos investimentos mobiliários, o surgimento de sociedades por ações, viabilizando a criação do Banco de Araraquara e a construção da estrada de ferro em 1885, ligando São Carlos a Araraquara e colocando a Vila em sintonia com o mundo. No âmbito da vida familiar altera-se o padrão de vida, que se reflete no mobiliário, nos utensílios domésticos, nas pratarias, como atestam os inventários da época. Ao mesmo tempo, as mudanças se estendem ao espaço urbano, que se redefine com o funcionamento da estrada de ferro. As Posturas Municipais, aprovadas pela Câmara, em 1890, orientam o novo cenário da Vila: arborização de ruas e praças, largura das vias públicas, canalização do córrego que passava em frente a matriz, iluminação pública, serviço funerário, casas caiadas, reforma de prédios públicos, mudança no cemitério, serviço de limpeza, regulamentação do trânsito de animais. Esse conjunto de transformações era coroado no dia 6 de fevereiro de 1889, quando o governo provincial elevava a Vila de Araraquara à categoria de cidade.

Novos padrões culturais

Com uma população de 12 mil habitantes em 1897, Araraquara do final do século XIX ostentava um perfil urbano diferenciado, onde se desenvolviam novos padrões culturais. Já em 1881 era publicado o primeiro número do jornal "O MUNICÍPIO" e no ano seguinte era fundado o Clube Araraquarense, símbolo da vida social das famílias mais ricas da cidade. As atividades culturais, bastante diversificadas para a época, abrangiam a organização de grupos teatrais e musicais, ligados às comunidades de imigrantes (italianos e espanhóis), ao mesmo tempo que se apresentavam na cidade companhias profissionais de teatro e ópera. Esse interesse pelo mundo do espetáculo chega ao auge no início do século XX com a construção do Cine Teatro Polytheama (1912) e do Teatro Municipal (1914), com 1064 lugares, posteriormente demolido pela administração municipal. Em 1897 é publicada a primeira edição do jornal "O Popular", que circula até 1930. A sintonia com as idéias políticas da Europa expressava-se na criação do Grupo Socialista Avenire, fundado em 1901, por, imigrantes italianos.

No campo dos equipamentos urbanos os avanços são visíveis na década de 1880: serviço de água encanada, telefone, iluminação pública e arborização da cidade. Apesar das iniciativas da administração municipal para modernizar a cidade, as deficiências no campo da saúde pública possibilitaram a eclosão de uma epidemia de varíola em 1892 e de febre amarela em 1895, causando milhares de vítimas.

A indústria no mundo do café

A historiadora Ana Maria Martinez Corrêa traça os contornos de Araraquara em 1897, ano do assassinato dos Britos, episódio conhecido como o “Crime de Araraquara”, que teve como pano de fundo o mando dos coronéis do café na política local. Em 1897 contava o município de Araraquara com uma população de 12 000 habitantes. A cidade restabelecia-se da forte epidemia de “Febre Amarela” de que fora vítima nos anos anteriores. Contava com 12 ruas dispostas no sentido N-S, 24 avenidas no sentido L) e cinco praças: da Matriz ou Municipal, José Bonifácio, Liberdade, Santa Cruz e São José. Havia na cidade 4 igrejas: Matriz de São Bento, Santa Cruz, São José e a Protestante. Possuía 162 negociantes, 6 médicos, 9 advogados, 10 dentistas, 73 homens de ofício, duas casas bancárias, 10 fábricas de cerveja e licores e 3 de macarrão. Circulavam três jornais. Ao redor da cidade estendiam-se os imensos cafesais, abalados pela crise que afetava essa atividade econômica.

O crescimento demográfico e comercial da cidade, a circulação de capitais, como ocorrera em outros centros urbanos de São Paulo, criaram, no final do século XIX e início do século XX, as condições propícias à diversificação das atividades econômicas, incluindo a produção manufatureira em pequenas oficinas domésticas, comandadas por imigrantes europeus. Esse contexto possibilitou que em 1910 já existissem em Araraquara 141 pequenos estabelecimentos industriais. Produziam bebidas, alimentos, artigos têxteis, móveis, roupas, chapéus, calçados, perfumaria, torrefação, beneficiamento de algodão e mamona, ferramentas e material de construção. Foi nesse cenário que em 1919 foi instalada a tradicional fábrica de meias Lupo.

A crise do coronelismo e da cafeicultura

A diversificação da economia, trazendo à cena social novos atores e as freqüentes oscilações da economia cafeeira não impediram que os coronéis - alicerçados na propriedade da terra e num sistema de alianças oligárquicas, típico da República Velha - continuem dominando a política local. Para manter essa hegemonia os grupos rivais além do dinheiro, corrupção eleitoral, recorriam, não raro, à violência privada e institucional. Assim, de 1908 a 1930, a cidade viveu sob o controle de quatro chefes políticos aliados: Carlos Baptista Magalhães, Bento de Abreu Sampaio Vidal, Dario Alves de Carvalho e Plínio de Carvalho. Este último manteve-se à frente da administração municipal de 1917 a 1930, quando foi cassado pela Revolução liderada por Getúlio Vargas.

Os acontecimentos de 1930, além de configurar o fim da política dos coronéis, alçando ao poder local novos atores políticos ligados ao getulismo, sinaliza, também, para o fim da hegemonia da cultura cafeeira, promovendo uma redifinição das atividades econômica regional. Os cafezais são erradicados, cai o valor das terras, proporcionando uma fragmentação da propriedade, ao mesmo tempo que se expande o cultivo do algodão, gêneros alimentícios e de cana-de-açúcar. A partir de 1960, ao mesmo tempo que se constitui como um centro comercial e de serviços, Araraquara firma-se como um dos principais núcleos nacionais da agroindústria sucroalcooleira e citrícola. Além disso, conta com um parque industrial em ascenção, merecendo destaque os setores de mecânica, metalurgia, têxtil, alimentício, bebida, implementos agrícolas.

Araraquara no século XXI

As mudanças nos mecanismos da economia, da cultura e da diversificação dos segmentos sociais ao longo do século XX, se articularam com o modo de fazer e pensar as práticas políticas em Araraquara. A política dos coronéis da República Velha hoje é tema de reflexão da pesquisa histórica. Com o declínio da economia cafeeira e o fim do Estado Novo, os segmentos sociais ligados à indústria, ao comércio e serviços passaram a liderar a cena política local, que se torna mais complexa após os anos sombrios do regime militar. Novas forças políticas assumem visibilidade, configurando desafios, projetos e alternativas para o presente e o futuro da cidade. A modernidade que hoje se coloca para Araraquara, não se restringe à instalação de novos equipamentos urbanos e expansão econômica. Significa também superação dos problemas sociais, qualidade de vida, participação da comunidade nas definições administrativas, respeito às diferenças étnicas, defesa dos recursos naturais e ampliação da cidadania.

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(Fonte: Prefeitura Municipal)

 

 

 Resumo de nossa História


Muitos chamam de morada do sol. Outros conhecem por cidade jardim. Há quem prefira brigar pelo significado do nome: Morada do Dia ou Morada das Araras? Esta denominação já virou polêmica e, seja o que for os primeiros índios guaianás não erraram, se a tentativa foi associar a “Aracoara” com a Morada do Sol, porque o relevo favorece a um por do sol magnífico.
Mas a polêmica continua quando se fala da história da cidade. São duas correntes contando histórias diferentes e com datas que não coincidem. A primeira seria cômica se não fosse trágica: Começando pelo final, o fluminense Pedro José Netto, fundador da cidade, teria morrido por causa de um coice de burro. A vida para ele não foi fácil, depois que esbofeteou um protegido de Vicente da Costa Tanques e Aranha. Capitão-Mor da Vila de Itu (hoje município a 203 quilômetros da cidade), por causa de uma disputa política.
Esse bofetão lhe teria rendido condenação e prisão. Para não cumprir a pena, Pedro José Netto reuniu a família e atravessou o rio Piracicaba rumo a Araraquara.
Apossando-se de terras desocupadas, nomeou suas fazendas de Ouro, Rancho Queimado, Cruzes, Cambuí, Bonfim, Monte Alegre e Lageado. Em seguida chegaram outros exploradores, entre os quais o Major Manoel Duarte Novais, João Manuel do Amaral, Domingos Soares de Barros e o Coronel Joaquim de Moraes Leme, com quem Pedro José Netto negociou sua liberdade, em troca de uma parte das suas terras. Não foi difícil. Sob a alegação de ter prestado relevantes serviços em prol da devastação do sertão, Pedro José Netto conseguiu o perdão do Estado pelo crime de Itu, e assim, pôde legalizar suas propriedades, mas morreu pouco tempo depois.
Outra versão dessa história é relatada pelo escritor Alberto Lemos, afirmando que Pedro José Netto veio de Minas Gerais em 1807, se embrenhou nas matas onde hoje é São Carlos e, depois de percorrê-las em várias direções, fixou-se em Araraquara. Dois anos depois, ainda segundo o escritor, ele requereu a posse de uma sesmaria de três léguas de terras de testadas e uma de sertão. Com a chegada de novos exploradores. Pedro José Netto indicou a existência de terras devolutas contínuas às suas. Após a divisão destas terras, todas as sesmarias foram demarcadas (entre 1812 e 1819) e começou a povoação de Araraquara.
Na sesmaria de Ouro, por volta de 1812, Pedro José Netto e seus filhos ergueram a capela que, logo em seguida, foi elevada a freguesia de São Bento de Araraquara. As contradições continuam com dados cedidos pela Biblioteca Municipal “Mário de Andrade”; uma delas é a data da construção da capela, hoje matriz de São Bento. Em várias monografias e relatórios, a construção é datada de 1805.
No dia 22 de agosto de 1817, o rei D. João VI e o Visconde de Vila Nova assinaram o despacho criando a freguesia no bairro de Araraquara, da comarca de Itu e Bispado de São Paulo. Esta data é considerada a do aniversário da cidade.
O fundador veio de Itu. O santo também. Coincidência ou não, com a doação da imagem de São Bento, feita pelo Barão de Itu, escolheu-se o santo para padroeiro desta que ainda era vila. Em 10 de julho de 1832, Araraquara passou à categoria de Município, que só foi instalado em 24 de agosto de 1833. E, a 20 de abril de 1866 passou a ser Comarca, sendo elevada à categoria de Cidade no dia 06 de fevereiro de 1889.
Mas Pedro José Netto não pode testemunhar o desenvolvimento de Araraquara. Por volta de 1850, as plantações de café deixaram o Vale do Paraíba, indo ao encontro de Campinas e para o Oeste Paulista. Na segunda metade do século XIX, o cafezal substituiu as culturas de cana-de-açúcar e cereais da zona araraquarense, tornando-se produto de maior importância na economia local. Com a chegada dos anos 30, em decorrência da crise, o café foi substituído pela cana, que ainda hoje é um dos principais produtos agrícolas do município.
Assim, Araraquara foi se desenvolvendo. Hoje, é uma cidade bonita e moderna, denominada “Cidade Jardim” pelas suas 62 praças floridas e ruas arborizadas. Não tem índios nem araras, mas continua sendo a Morada do Sol.

Dados sobre Araraquara


Características Político-Administrativas do Município
Araraquara é sede da 12ª região administrativa de Estado de São Paulo, englobando os seguintes municípios: Américo Brasiliense, Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Dobrada, Fernando Prestes, Gavião Peixoto, Ibitinga, Itápolis, Matão, Motuca, Nova Europa, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lúcia, Tabatinga, Taquaritinga, e Trabiju. Historicamente, a constituição do município iniciou-se no fim do século XVIII, quando apareceram os primeiros colonizadores da cidade.
Em 22 de agosto de 1817 foi criada a “Freguesia de São Bento de Araraquara”, através do Despacho de Resolução nº. 32, do Rei D. João VI. A criação do município ocorreu por forçado Decreto de 10 de julho de 1832, tendo sido instalado efetivamente em 24 de agosto de 1833.


Aspectos Demográficos:


Com uma área de 1.063 quilômetros quadrados, Araraquara possui hoje população de 181.989 habitantes a 55% da população da região. O município apresenta uma população urbana de 173.086 habitantes e de 8.903 habitantes na zona rural. O total de domicílios na área urbana é de 55.641.
O município de Araraquara está localizado em uma posição estratégica e privilegiado no Estado e no País. É cortado no sentido leste-oeste pela Rodovia Washington Luís (SP 310), duplicada em sua extensão, sendo a principal via da malha rodoviária da região Norte do Estado. É complementada pelas rodovias SP-225, SP-326 e SP-331, que fazem articulação inter e intra-regional.
Araraquara conta ainda com cobertura ferroviária através da Ferroban, permitindo articulação rodo-ferroviária com as regiões Norte e Noroeste do País. Dispõe ainda de um aeroporto com pista pavimentada de 1800 metros de extensão, sistema de iluminação, balizamento noturno e rádio-farol operador.
O município apresenta também, posição altamente estratégica com relação à Hidrovia Tietê-Paraná, possibilitando oportunidades nas áreas de transporte inter-modal de cargas e turismo.


Na área de comunicação

Meios de Comunicação
Radiodifusão: 6 emissoras de rádio FM, 2 emissoras de rádio AM e 1 emissora de rádio OT.
Televisão: 1 emissora (canal 9) geradora e transmissora da Rede Mulher de Televisão, com abrangência nacional.
Jornal: 3 jornais diários, 6 jornais semanários e 20 jornais de associações profissionais, de bairro e recreatias.

O município dispõe de serviços da Telefônica, com 36 mil terminais telefônicos instalados, serviços da EMBRATEL, para transmissão de dados por satélite, serviços de postagem comercial e expressa pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
O município conta com sete emissoras de rádio (02 AM, 04 FM e 01 OT) e uma emissora de televisão. Possui também três jornais diários, seis semanários de 20 jornais de associações profissionais, de bairro e recreativas.
Os censos demográficos do IBGE mostram que entre 1998 e 2000 a população do município apresentou uma taxa média de crescimento anual de 2,9% ao ano. No período de 1980 a 1991, a taxa de urbanização de Araraquara passou de 92,72% em 1980 para 94% em 1991.
No que se refere à distribuição da população economicamente ativa (PEA) entre os setores da atividade econômica o município tem apresentado uma evolução semelhante à ocorrida no estado, ou seja, um decréscimo relativo da força de trabalho rural e aumento da mão de obra nos setores industriais, comercial e de serviços. Entre 1970 e 1980, os setores de atividades que apresentam as maiores taxas geométricas de crescimento foram: administração pública (7,3%), comércio de mercadorias (6,2%), atividades sociais (5,6%), indústria de transformação (4,6%) e prestação de serviços (4,0%). Em 1995, as taxas de emprego por setor eram as
seguintes: indústria – 32,9%; agricultura – 11,5%; comércio – 20,4%; serviços – 25,5%; e setor público e outros – 9,7%.
Estes indicadores demonstram que a partir dos anos 70, Araraquara conheceu um intenso processo de urbanização que esteve intimamente relacionado ao processo de interiorização do desenvolvimento observado no Estado de São Paulo, o qual implicou em importantes transformações na estrutura produtiva do município
.

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Aspectos Econômicos

 
A estrutura industrial de Araraquara caracteriza-se pela liderança da agroindústria, que tem se constituído em importante fator de desenvolvimento e diversificação de sua base produtiva. Entre as demais atividades industriais, destacam-se a mecânica, a metalúrgica, produtos alimentícios, têxtil e de vestuário; que tiveram sua origem e expansão associada às atividades agrícolas e agroindustriais.
Nos anos 70, acompanhando o movimento de descentralização da indústria paulista, instalaram-se em Araraquara alguns empreendimentos industriais voltados para o mercado nacional. Simultaneamente, observou-se a continuidade do crescimento da agroindústria, destacando-se a expansão da indústria sucro-alcooleira sob o impacto do Pró-Álcool.
Os censos econômicos de 1970, 1980 e 1985 mostram que os gêneros de indústria onde se concentram as atividades agroindustriais (produtos alimentares e químicos) respondem por mais de 60% do valor da transformação industrial do município. Relativamente, os gêneros que mais cresceram em termos de população ocupada e valores da transformação industrial foram: produtos alimentares, mecânica, metalúrgica e química, revelando que a agroindústria de processamento tem se constituído no principal fator de crescimento da estrutura produtiva do município. Ao mesmo tempo, observou-se neste período a expansão das indústrias de máquinas e implementos agrícolas já existentes.
O crescimento da agroindústria e do setor secundário em geral impulsionou a expansão do comércio e da prestação de serviços. O município de Araraquara, que sempre se constituiu em importante centro de comércio e serviços, conheceu nas últimas décadas um expressivo crescimento nesses setores.
Finalmente, considerando que a arrecadação tributária dos municípios tem uma estreita relação com sua base produtiva, o dinamismo econômico de Araraquara pode ser constatado através das expressivas taxas de crescimento de suas receitas.

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Agricultura


O café era o produto dominante até as décadas de 40/50, quando foi paulatinamente substituído pela laranja. Na década de 70, a cana-de-açúcar começou a invadir a região, estimulada pelo programa de substituição da gasolina, o Pró-álcool. 
Além da cana e da laranja, a produção agrícola de Araraquara é diversificada: amendoim, algodão e caroço e soja. Nos últimos anos intensificou-se a olericultura (alface, abobrinha, batata doce, berinjela, chuchu, pimentão, quiabo, vagem) e diminuiu o plantio de arroz e feijão. O eucalipto é uma cultura desenvolvida em função da fábrica de papel Ripasa, no município de Luiz Antônio. Vários outros produtos aparecem como manga, mamão, mamona, mas em quantidade insuficiente para abastecer a cidade.


Pecuária


O município de Araraquara tem 490 propriedades de pecuária bovina com mais de 15.000 cabeças sendo voltada especialmente para a produção de leite (1 milhão de litros de leite C por ano).
Em 1995, o município abatia 2,1 milhões de aves por ano, distribuídos em 42 propriedades; no entanto, esse número reduziu devido ao fechamento da Sadia em Américo Brasiliense (janeiro/98).
A suinocultura apresenta-se com 2,3 mil cabeças.
O destaque positivo na pecuária é a criação de eqüinos e muares em expansão
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Indústria
O ponto forte da indústria em Araraquara liga-se às atividades agrícolas, especialmente à citricultura (sucos) e à cana-de-açúcar (produção de açúcar e álcool). Mas outras atividades industriais têm merecido destaque como, por exemplo: produção de alimentos e bebidas, metalúrgica, máquinas industriais, insumos para a agricultura.
O setor industrial tende a crescer muito nos próximos anos, devido à instalação da EMBRAER em Gavião Peixoto e às inúmeras vantagens da região: boa localização, no centro da área mais rica do interior de São Paulo, ótima logística de transportes, contando com ligações rodoviárias, ferroviárias, proximidade com a hidrovia Tiête- Paraná e aeroporto, mão-de-obra capacitada e infra-estrutura em água e energia.
Destacam-se as indústrias: Sucrocítrico Cutrale S/A, Arcângelo Nigro & Filhos Ltda., Cia. Industrial e Comercial Brasileira de Produtos Alimentares (Nestlé), Cervejaria Kaiser.
Número de indústrias por ramo de atividade:
1. Produtos Minerais não metálicos 20
2. Metalúrgica 35
3. Mecânica 25
4. Material Elétrico e de Comunicações 09
5. Madeira 33
6. Mobiliário 26
7. Papel e Papelão 04
8. Borracha 03
9. Química 14

10. Têxtil 15
11. Calçados 18
12. Produtos Alimentares 49
13. Bebidas 08
14. Editorial e Gráfica 28
15. Vestuário 130
16. Diversos 50
17. Outros 149


Comércio e Serviços:


Um movimentado e sólido comércio de atacado e varejo, responsável por 16,61% do ICMS recolhido no município, além de uma gama enorme de empresas prestadoras de serviços fazem de Araraquara um importante pólo regional, que atrai consumidores de dezenas de outras cidade.
Grandes redes nacionais de magazines e supermercados já se estabeleceram em Araraquara verificando-se também o surgimento em larga escala de estabelecimentos de “franchising”.
A cidade, além de um forte comércio na área central que se expande para os bairros mais importantes, possui um shopping - center em área de 26.000 metros quadrados, estacionamento com 600 vagas, mais de 100 lojas, loja âncora, praça de alimentação, cinema e espaço para eventos.
Outros modernos shoppings centers estão em fase final de construção, sendo um deles na área central da cidade.


Localização

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O município de Araraquara ocupa uma posição geográfica central no Estado de São Paulo, dista 273 km da Capital do Estado e tem a seguinte posição geográfica:
21°47’31” Latitude Sul
48º10’52” Latitude Oeste
Está situada numa área integrante do Planalto Ocidental a 646m acima do nível do mar.
Área do Município
Urbana – 77,54 km²
Rural – 985,46 km²
Total – 1.063 km²


Altitude
Máxima – 715m Jardim Tabapuã
Mínima – 600m cruzamento do Córrego da Servidão com SP-310
Clima
O clima é caracterizado como Tropical de Altitude – CWA, pela classificação de Koppen.

Relevo
A topografia se apresenta com características tabulares, pouco onduladas aplainadas pelo trabalho da rede hidrográfica, comandada pelo Rio Mogi-Guaçu e cursos d’água da Bacia do Rio Tietê.

Limites
O município de Araraquara apresenta limites com:
Norte: Motuca
Noroeste: Dobrada
Nordeste: Américo Brasiliense e Santa Lúcia
Sul: Boa Esperança do Sul e Ribeirão Bonito
Sudoeste: Nova Europa e Gavião Peixoto
Sudeste: Ibaté
Leste: São Carlos
Oeste: Matão



Tipos de Solo
:
Uma parcela do município é ocupada por rochas sedimentares, destacando-se os argilitos e arenitos. Dentre os arenitos, destacam-se os Arenitos de Bauru, que se apresentam com cimento calcário, dando origem a solos mais férteis do tipo Solos Podzolizados de Lins e Marília, encontráveis no município, bem como o Latosol Vermelho Escuro, fase arenosa formada quando os arenitos se apresentam sem cimento calcário, normalmente argiloso, solos mais ácidos e menos férteis.
A predominância de rochas efusivas basálticas, caracterizada pelo baixo teor de sílica e elevados teores de ferro e magnésio, responsáveis pela formação de solos com altos teores de óxido de ferro, titânio e manganês, textura argilosa, densidade real elevada e cor avermelhada escura, tipo Latosol Roxo, Terra Roxa estruturada e outros, determina a existência de extensa área de solos tipo Latosol Roxo.

Vegetação
A vegetação primária do município era a Floresta Latifoliada Tropical, que apresentava diversas espécies, como a peroba, o pau d’alho, a figueira branca, vegetação característica das áreas de solo Latosol Roxo. Também se registrava a presença do cerrado em grande parte do município.

Hidrografia


No conjunto, os rios da região fazem parte da bacia hidrográfica do Rio Paraná, podendo-se destacar duas bacias locais: a do Rio Mogi Guaçu, afluente do Rio Pardo e que recebe as águas do Ribeirão dos Anhumas, Cabeceiras, das Almas e Monte Alegre e a bacia do Rio Jacaré-Guaçu, que deságua no Tietê, depois de receber os afluentes Rio Itaquerê, Ribeirão das Cruzes, Lageado, Chibarro e Ribeirão do Ouro.

 


Saúde
Os serviços de saúde pública são efetuados pelo Serviço Especial de Saúde de Araraquara e pela Prefeitura do Município.
A rede física de saúde do Município conta com 9 estabelecimentos hospitalares: Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Araraquara, Santa Casa de Misericórdia Nossa Senhora de Fátima e Beneficência Portuguesa de Araraquara, Hospital da mulher e Maternidade Gota de Leite de Araraquara, Hospital São Paulo, Hospital Psiquiátrico “CAIBAR SCHUTTEL” e Instituto Araraquarense de Psiquiatria LTDA, Centro Regional de Reabilitação, SESA, Serviço Especial de Saúde de Faculdade de Saúde Pública da USP e UMED – Unidade Municipal de Métodos e Diagnósticos.
Em 1999, foram registrados 987 leitos, sendo pertencentes aos hospitais de atendimento generalizado.
Atualmente temos 5 Pronto-Socorros (3 municipais), 14 Centros de Saúde, 98 Farmácias, 6 Laboratórios, 24 Clínicas e Institutos Médicos e 7 Centros Odontológicos. Araraquara conta com 476 dentistas e 336 médicos.
Infra-Estrutura Básica
ÁGUA – Araraquara encontra-se localizada no divisor de água das Bacias Hidrográficas, ao sul Bacia do Jacaré-Guaçu/Tiête (95% do território do Município) e ao norte Bacia do Mogi-Guaçu (o restante 5%). Com relação a águas subterrâneas a localização é privilegiada, pois encontra-se sobre o Aqüífero Botucatu - Pirambóia, que é o maior reservatório de água potável da Região Sudeste. Considerando o território municipal, o potencial de águas subterrâneas de Araraquara é de 60 bilhões de metros cúbicos de águas renováveis.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA – O sistema de captação, armazenagem e distribuição de água potável é feito através de 80% de captação subterrânea (poços tubulares profundos com profundidade média de 350 metros) e 20% de captação superficial, atendendo 100% da população.
ESGOTO – A rede de coleta de esgoto atende a 99% da população, com ampla rede coletora primária, e rede de interceptores e emissários que possibilitam levar o esgoto doméstico além do perímetro urbano, sem poluir os córregos na área urbanizada. A cidade já conta com a Estação de Tratamento de Esgotos.
PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA – Araraquara apresenta mais de 98% das vias urbanas pavimentadas. A cidade dispõe de dez acessos pavimentados, interligando toda a malha viária do Município.
ENERGIA ELÉTRICA DOMICILIAR E ILUNIMAÇÃO PÚBLICA – 100% dos domicílios dispõem de ligação de energia elétrica, 99% das vias urbanas são iluminadas

 

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Matriz Energética


GERAÇÃO HIDRELÉTRICA – No fornecimento de energia elétrica na tensão 11,95 KV, Araraquara dispõe de uma capacidade instalada de 100 MVA em 3 subestações com 17 alimentadores de 11,5 KV, existindo disponibilidade imediata de mais 50 MVA de capacidade.
No sistema de fornecimento de energia elétrica na tensão 138 KV, existem várias linhas de transmissão interligando todas as subestações com o sistema de transmissão da CESP e Furnas, proporcionando maior flexibilidade e confiabilidade ao sistema.
GÁS NATURAL – O projeto do gasoduto Bolívia –Brasil, da PETROBRÁS, passa por Araraquara, onde haverá uma linha derivada para atender o terminal de distribuição.
TERMOELÉTRICA – Projeto da CESP pára instalação de 5 usinas termoelétricas ao longo do Rio Tiête.
ÁLCOOL – A agroindústria sucro-alcooleira conta com quinze usinas e álcool no raio de 80 Km de Araraquara, representando uma frota de 1.800 caminhões. Esse conjunto de empresas processa aproximadamente 25 milhões de toneladas de cana.


Transportes

TRANSPORTE URBANO DE PASSAGEIROS – A cidade de Araraquara é servida por duas empresas de transporte coletivo, que transportam 65 mil pessoas por dia, atendendo todos os bairros. A frota de ônibus das duas empresas é composta por 125 veículos à diesel. Em agosto de 1995 foi inaugurado o Terminal Urbano de Integração, na modalidade fechado, através do qual todas as linhas de transporte coletivo urbano fazem o transbordo de passageiros, permitindo a locomoção dos mesmos em sentidos radicais com uma só passagem.

 

 


TRANSPORTE SUBURBANO DE PASSAGEIROS – Araraquara polariza a movimentação de pessoas de sete municípios da micro-região, através de cinco empresas de transporte de passageiros, totalizando 140 ônibus.


FRETAMENTO – Seis empresas atuam no transporte de pessoal na modalidade fretamento, abrangendo 260 veículos.


TRANSPORTE INTERMUNICIPAL DE PASSAGEIROS – A cidade de Araraquara e a região num raio de 100 Km são atendidas por 17 empresas de ônibus para o transporte rodoviário de passageiros, representando uma frota de 3.000 veículos aproximadamente.


TRANSPORTE DE CARGAS – A região de Araraquara, num raio de 100 Km, tem uma frota de aproximadamente 9.000 caminhões. Em Araraquara existem cerca de 100 empresas de transporte de cargas secas, líquidas, conteiners e especiais. 
Infra-Estrutura em Transporte


RODOVIAS


SP-310 – Rodovia Washington Luiz, com interligação às Rodovias Anhanguera e dos Bandeirantes com duas pistas, duas faixas de rolamento, acostamentos pavimentados, sinalizada, com padrão internacional de segurança, ligando a leste com a cidade de São Paulo e a oeste com a cidade de São José do Rio Preto;
SP-225 – Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, ligando o Norte do Paraná (Londrina/Maringá) ao Triângulo Mineiro (Uberaba/Uberlândia);
SP-326 – Rodovia Faria Lima, na ligação com Barretos/Brasília.
SP-331 e SP-333, na ligação para o oeste com Marília, Araçatuba, Presidente Prudente, Campo Grande, Bolívia e Paraguai.


FERROVIA


FEPASA – ligação a leste para Campinas, São Paulo e Santos, com bitola larga (1,60M) – LIGAÇÃO AO NORTE PARA Barretos e Porto Colômbia divisa com Minas Gerais, com bitola larga (1,60m) ligação a oeste para São José do Rio Preto/Porto Rubinéia, na ligação com a FERRONORTE (Mato Grosso e Goiás), com bitola larga (1,60). O volume de carga estacionada no pátio é de 10.200 toneladas, subdividida em gasolina, diesel, álcool, soja e trilhos, e com 5 partidas para a capital e 5 para o interior: 2 partidas diárias de transporte de passageiros.

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AEROVIA


Aeroporto Estadual, com pista pavimentada de 1800 metros, projeto aprovado para ampliação de mais 300 metros. Dotado de rádio-farol NDB não direcional, equipamento para operação ISR não-precisão, sinalização horizontal noturna, terminal de passageiros, hangares, posto de abastecimento, aeronaves, telefone, fax, telex (161038) e áreas reservadas para futuras construções previstas no plano diretor do aeroporto.
Administrado pelo DAESP. Homologado pelo DAC, classificação da pista em PCN 23, com equipamentos para atendimento de urgência.


HIDROVIA


Localizado na área de influência direta da Hidrovia Tietê-Paraná (de acordo com classificação de Agência para o Desenvolvimento de Hidrovia Tietê-Paraná), distante 80 km.
Terminal Intermodal de cargas e Terminal Alfandegado: O município doou áreas de 350.000 metros quadrados para o DERSA implantar um terminal de cargas atendendo os modais rodoviário, ferroviário, aeroviário e hidroviário. O município está pleiteando junto ao Ministério da Fazenda a implantação de um Terminal Alfandegado (aduana seca junto ao Terminal de Cargas).


Telefonia


Araraquara é servida por sete centrais de comunicação e controle da Telefônica, sendo seis para telefonia fixa com capacidade instalada de 36.000 terminais e uma para telefonia celular com 4.000 terminais, atendendo chamadas locais, interurbanas e internacionais. A Telefônica está implantando uma nova central automática para atendimento imediato de mais 4.000 terminais fixos.
Opera no sistema digital via CPA (Controle por Programa Armazenado), o que representa rapidez na implantação e expansão do sistema, melhoria da qualidade das ligações e transmissões, ganhos expressivos de tempo, maior segurança no gerenciamento do sistema, facilidade de manutenção e reparos e oferecimento de dez alternativas de serviços automáticos.
As chamadas via DDD e DDI são digitalizadas via UHF e microondas, garantindo segurança e rapidez ao usuário. A transmissão de dados dispõe de linhas específicas para este fim, inclusive com acesso à RENPAC. È impossível também, a utilização de serviços via EMBRATEL, da TV Executiva.
A infra-estrutura e instalações prediais existentes possibilitam rapidez na expansão do sistema, sendo que os principais entroncamentos da rede local utilizam cabos de fibras óticas, o que contribui para a melhoria do sistema como um todo.
Para atender os serviços de telefonia celular, a Telefônica tem instalada em Araraquara uma Central de Comutação e Controle, que faz a interligação da telefonia celular com a telefonia fixa e entre as Estações Rádio-Base (ERB’s).
A Central de Comutação e Controle de Araraquara atende a três ERB’s instaladas na cidade e as Estações Rádio-Base das cidades de Sertãozinho, São Carlos, Matão, Ibitinga e Itápolis. Já existe projeto para mais três ERB’s em Araraquara, duplicando a capacidade instalada para telefonia celular no Município.
Provedores de Internet em Araraquara:
Techs Provider: Av. São Paulo, nº 929
Fone: (0xx16)3322 0930
Sunrise Net Internet Provider: Av. Cristóvão Colombo, nº 629
Fone: (0xx16)3335 1517
NetSite Internet Provider:
Fone: (0800)18.3040/(016)3335 4433

Habitação
Araraquara possui 55.641 imóveis residenciais, com ocupação de 3,8 habitantes por imóvel.
Possui 37.490 lotes vagos urbanizados com infra-estrutura completa (água, luz, esgoto, pavimentação e transporte coletivo).

Área Verde


A recomendação da OMS é de 12 m²/habitante. Araraquara possui 36 m²/habitante.
Em sua área urbana existem 64 praças e jardins, 1 parque ecológico recreativo, 1 Bosque Rotário com árvores nativas, 1 horto experimental, 1 horto florestal no Distrito de Bueno de Andrada e diversas áreas verdes preservadas nos fundos de vale que estão incorporadas ao patrimônio ambiental da cidade.

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Segurança


Polícia Militar: O 13º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Araraquara, tem um efetivo de 985 homens, atendendo à 17 municípios: Araraquara, Matão e Taquaritinga, sendo que essas três cidades são sede de Companhia de Policiamento: Boa Esperança do Sul, Américo Brasiliense, Santa Lúcia, Rincão, Motuca, Nova Europa, Tabatinga, Ibitinga, Itápolis, Borborema, Dobrada, Santa Ernestina, Fernando Prestes e Cândido Rodrigues. A 1ª Companhia de Policiamento de Araraquara faz o policiamento somente na cidade de Araraquara, com um efetivo de 250 homens, com mais 100 na reserva, fazendo parte da Tropa de Choque, Administração, Canil e Banda; conta atualmente com 40 viaturas, todas em bom estado de funcionamento, e 4 postos policiais, em bairros da periferia, 24 horas/dia.
Corpo de Bombeiros: O município é sede do 3º Subgrupamento de Bombeiros, que conta com um efetivo de 63 homens em dois postos, equipado com as seguintes viaturas leves e pesadas e equipamentos: Auto-Bomba Plataforma, com 15 metros e bomba de 1500 galões por minuto; Auto-Bomba Pierce, com bomba de 2.000 galões por minuto; Auto-Salvamento; Unidade Resgate; Ronda Oficial e Acompanhamento de Ocorrência (Parati), Programa “Bombeiros nas Escolas (Kombi), Vistorias (Fusca); Apoio Operacional com equipamento e pessoal (Gol); Serviços Administrativos (Jeep). O 3º SGB atende, além da sede, os municípios de Américo Brasiliense, Santa Lúcia, Motuca, Nova Europa, Boa Esperança do Sul, Tabatinga e Ibitinga, e os Distritos de Gavião Peixoto, Trabijú e Guarapiranga. A cidade de Araraquara dispõe de 176 hidrantes públicos e é classificada junto ao Instituto de Resseguros do Brasil-IRC como de Classe “1”.
Polícia Civil: A Delegacia Regional de Polícia, sediada em Araraquara abrange as seguintes delegacias Seccionais e Municípios: Delegacia Seccional de Araraquara: Araraquara, Santa Lúcia, Américo Brasiliense, Rincão, Motuca, Nova Europa, Boa Esperança do Sul, Matão, Itápolis, Ibitinga, Tabatinga, Dobrada e Taquaritinga. Delegacia Seccional de São Carlos, Ibaté, Dourado, Ribeirão Bonito, Descalvado, Porto Ferreira e Santa Rita do Passa Quatro. A Seccional de Araraquara dispõe de Instituto Médico Legal, Instituto de Criminalística (Polícia Técnica), 4 (quatro) Distritos Policiais, Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes – DISE, Delegacia da Infância e Juventude, Delegacia de Defesa da Mulher, Delegacia de Trânsito – 2ª CIRETRAN e o Setor Regional do Instituto de Identificação “Ricardo Gumbleton Daunt”- IIRGD.


Potencialidades
A realidade do interior paulista, assentada em importantes atividades agroindustriais (cana, laranja, gado bovino, aves de corte, café, borracha/látex, grãos/cereais e leite), na sólida e diversificada produção industrial (bens de capital, construção civil, bens de consumo duráveis e bens intermediários), na força do comércio varejista e atacadista (existência de dezenas de redes de expansão regional e nacional atuando no comércio de alimentos, móveis, eletrônicos, vestuários, autopeças, material de construção, supermercados, medicamentos e produtos agropecuários) e na excelência dos serviços (que alavancam a 3ª onda de desenvolvimento, nas áreas de hotelaria, alimentação, educação, saúde, pesquisa tecnológica, apoio mecânico logístico, informática e comunicações), extrapola as fronteiras do Estado.
A polarização exercida pelo interior paulista sobre o Triângulo Mineiro, Região Sul de Minas, o Norte do Paraná, Mato Grosso do Sul e um pouco mais distante o Sul de Goiás e Mato Grosso, transforma nossa região em um importante indutor/condutor do maior mercado consumidor e fornecedor do Brasil, com índice de Potencial de Consumo (ALPHA), IPC 18,0 e renda per capita de US$ 5.500/aa.


Pontos Turísticos


Pinheirinho:
C.E.R.E.T. “Octaviano de Arruda Campos” – Pinheirinho
Área total= 2.091.344 m²
Bosque de eucaliptos = 930.000 m² aproximadamente
Área de lazer:
Praia com cadeiras, guarda-sol, duchas, sanitários, represa e jardins com área de 45.500 m² aproximadamente.
Bosque, com mesas fixas de concreto com guarda-sol, área aproximada de 58.500 m²
Represa de peixes, viveiro de aves e bosque com área aproximada de 21.000 m².
Possui duas piscinas sendo uma para adultos, mediano 11,00 x 45,00m, e uma infantil mediano 10,00 x 10,00m.
Vestiários.
04 mini-campos de futebol.
04 quadras poliesportivas.
02 canchas de bocha.
02 bares, sendo um na praia e outro para atender aos usuários das piscinas, campos de futebol, canchas de bochas e quadras poliesportivas.
02 tanques para criação de peixes, tais como pacus, corimbatás, carpas, tilápias, etc.
01 galpão, para aproximadamente 50 pessoas, para realização de churrasco. Contém churrasqueiras, mesas, pias e sanitários.
01 capela ecumênica.
Casa dos pedalinhos, contendo 21 pedalinhos para os usuários.
01 palco para shows e eventos, localizado na praia (verificar junto a COMTUR o calendário de eventos).
Sistema de som ambiente, atingindo toda a área de lazer.
Horta municipal, que atende aos Centros de Educação e Recreação, com área aproximada de 8.400 m², onde existem 165 canteiros.

Facira: Feira Agro Comercial e Industrial da Região de Araraquara
Realização: Associação Comercial e Industrial de Araraquara
Apoio: Prefeitura do Município de Araraquara
Época: Realização anual, no mês de agosto, com duração de 10 dias. Integrante dos festejos de aniversário de Araraquara.
Histórico: A FACIRA, sucedendo a Feira do FISA – Fundo das Instituições Sociais de Araraquara, nasceu em 1990 do trabalho voluntário de um grupo de empresários, cidadãos líderes da Sociedade local, com visão empreendedora e de futuro.
Visitação média: 235.000 pessoas

Represa Das Cruzes
:
Histórico: Com as obras iniciadas em 1945 o sistema de captação foi concluído em 1948, graças a empréstimos feitos pela Prefeitura Municipal à antiga Caixa Econômica do Estado de São Paulo.
A capacidade de captação da Estação das Cruzes é de 360 litros por segundo, sendo reciclado para a Estação de Tratamento de Água localizada na Fonte Luminosa.

Fonte Luminosa:
Histórico: A Estação de Tratamento de Água abriga em sua área um espaço que é considerado um dos mais belos cartões postais de nossa cidade.
Inaugurada em 1948 é ponto de encontro das famílias e dos namorados, um lugar atraente pelos jardins, espelhos d’água e um belíssimo chafariz com jogo de cores junto aos jatos de água. Além de um bom sistema de som, a Fonte Luminosa atrai crianças com brinquedos à sua disposição em diversos pontos do local.

Queda D’água da Fazenda Salto Grande:
Histórico: Cachoeira da Fazenda Salto Grande
Localização: Rodovia Washington Luis, Km 273
O salto de 50 metros é visto descendo-se uma trilha silvestre em ambiente ecológico restaurador de energias, a alameda de eucaliptos para um caminhar descompromissado.


Cedro do Líbano:Núcleo de Educação Ambiental de Araraquara – “Cedro do Líbano”
Atuando contra o tráfico de animais silvestres e pela preservação de espécies.
Passeio ecológico para Escolas (do Maternal às 8ªs séries), de segunda às sextas-feiras,
Apresentando o projeto de forma lúdica, com teatrinho, brinquedoteca, mini cidade, mini zoológico, mini fazenda, mini haras, etc.


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Educação


O município possui ampla rede de ensino que abrange desde a infância até as escolas superiores, sendo 6 escolas municipais, 32 escolas estaduais (ensino de 1º e 2º grau), 28 C.E.R. – Centro de Educação e Recreação (educação pré-escolar), 2 C.A.I.C. – Centro de Atenção Integral a Criança e Adolescente (educação pré-escolar e 1ª a 4ª séries), 3 C.E.C. – Centro de Educação Complementar e 38 escolas particulares (ensino pré-escolar, de 1ª e 2º graus, cursinhos pré-vestibulares, ensino de línguas e ensino superior).

Ensino Técnico:
SEST/SENAT: Oferece atendimento médico e odontológico, programas de educação para a saúde, convênios com clínicas e laboratórios, espaço cultural, ações presenciais, programas de ensino à distância, supletivo 1º e 2º graus integrado ao Telecurso 2000. Conta também com áreas de lazer, escolas esportivas, locação de quadras e salões para conferências e conjunto de piscinas, destinados aos trabalhadores na área de transportes e comunidade em geral.

Escola Técnica de Agrimensura e Eletrônica: Cursos regulares de 2º grau, com 100 vagas por ano em duas modalidades técnicas: Técnico Agrimensor e Técnico em Eletrônica.

SENAI: Oferece 400 vagas/Diurno e 300 vagas/Noturno, nas modalidades: Torneiro Mecânico, Ajustador Mecânico, Mecânico Geral, Eletricista de Manutenção, Controlador de Medidas, Desenho Técnico-mecânico, Controle Técnico de Medidas, Eletricista Industrial, Montador, Reparador de Comandos Elétricos, Ferramenteiro, Hidráulica e Pneumática.

Escola Técnica Estadual “Anna de Oliveira Ferraz”: Cursos regulares de 2º grau, diurno, com duração de 3 anos, nas seguintes modalidades: Técnico em enfermagem (3 modalidades – 250 vagas), Auxiliar de Enfermagem (80 vagas), Técnico em Mecânica (250 vagas), Técnico em Secretariado (250 vagas), Técnico em Nutrição e Dietética (250 vagas), Desenhista Mecânico (200 vagas).

SENAC: Cursos de pequena e média duração, com cerca de 40 vagas por curso, oferecido diurno e noturno: Computação (Básico, Profissional I e Programador), Técnico em Contabilidade, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Radialista, Desenho, Datilografia, Técnico e Secretariado, Técnico em Biblioteconomia, Técnico em Segurança do Trabalho, Esteticista e Cabeleireiro.

Colégio Duque De Caxias: Cursos regulares de 2º grau, noturno, nas seguintes modalidades: Técnico Contábil (80 vagas), Auxiliar de Laboratório de Análise Química (80 vagas), Técnico em Química (100 vagas), Técnico de Processamento de Dados (200 vagas).

FATEC (em implantação): Cursos tecnológicos do Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza” /UNESP:
a) Cursos regulares de tecnologia aplicada em várias modalidades: Mecânica de Precisão, Automação de Escritórios, Secretariado e Gestão da Produção com habilitação em Gestão da Qualidade.
b) Cursos de Especialização em Mecatrônica, Gestão da Qualidade, Tratamento Térmico, Fundição sob Pressão, Gestão em Tecnologia de Manufatura e Gestão em Tecnologia de Tratamento Térmico de Materiais.
c) Cursos de Especialização em Biotecnologia em intercâmbio com a UNESP e o Instituto de Biotecnologia de Havana (Cuba).

Instituto de Educação São Bento: Cursos regulares de 2º grau, noturno nas habilitações profissionais de Técnico Contábil (100 vagas) e Magistério (50 vagas).

Ensino Superior:
UNIP - Universidade Paulista
1) Administração de Empresas: 180 vagas
2) Administração de Comércio Exterior: 180 vagas
3) Análise de Sistemas: 100 vagas
4) Ciências da Computação: 100 vagas
5) Direito: 180 vagas
6) Propaganda e Marketing: 150 vagas
7) Psicologia: 150 vagas
8) Turismo: 150 vagas

UNIARA – Centro Universitário de Araraquara
1) Direito: 100 vagas (diurno) e 250 vagas (noturno)
2) Pedagogia: 130 vagas
3) Economia: 62 vagas
4) Administração: 250 vagas
5) Arquitetura: 60 vagas
6) Ciências da Computação: 60 vagas (diurno) e 60 vagas (noturno)
7) Turismo: 75 vagas
8) Publicidade e Propaganda: 75 vagas
9) Engenharia de Produção Mecânica: 60 vagas
10) Fonoaudiologia: 60 vagas
11) Ciências Biológicas: 70 vagas
12) Fisioterapia: 70 vagas

Faculdade de Engenharia de Araraquara:
Graduação: Engenharia Civil (100 vagas)
Engenharia de Agrimensura (60 vagas)

UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
Faculdade de Ciências Farmacêuticas:
1) Graduação: Farmácia e Bioquímica (70 vagas diurnas/30 vagas noturnas)
2) Pós-graduação: Mestrado (13 vagas)

Faculdade de Odontologia:
1) Graduação: Odontologia (75 vagas período integral/30 vagas noturnas)
2) Pós-graduação: Mestrado (31 vagas) e Doutorado (18 vagas)

Instituto de Química:
1) Graduação: Química (50 vagas período integral/20 vagas noturnas)
2) Pós-graduação: Mestrado (30 vagas) e Doutorado (18 vagas)

Faculdade de Ciências e Letras:
1) Graduação: Letras (40 vagas diurnas/45 vagas noturnas), Ciências Sociais (50 vagas diurnas/50 vagas noturnas), Pedagogia (40 vagas diurnas/45 vagas noturnas), Ciências Econômicas (50 vagas diurnas/30 vagas noturnas), Administração Pública (40 vagas diurnas/40 vagas noturnas).
2) Pós-graduação: Letras – Mestrado (29 vagas) e Doutorado (24 vagas); Ciências Sociais – Mestrado (15 vagas) e Doutorado (10 vagas).
Cultura
Bibliotecas
1) Biblioteca Pública Municipal “Mário de Andrade”
2) Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras
3) Biblioteca do Instituto de Química
4) Biblioteca da Faculdade de Farmácia
5) Biblioteca da Faculdade de Odontologia
6) Biblioteca da UNIARA
7) Biblioteca da Faculdade de Engenharia de Araraquara

Casa da Cultura “Luiz Antonio Martinez Corrêa” – Criada em 11 de novembro de 1982, é um espaço reservado para diversas manifestações artísticas. Abriga exposições de arte, mostras, apresentações, cursos, oficinas culturais e a Pinacoteca Municipal.

Cinemas:
1) Moviecom Jaraguá (Shopping Jaraguá)
2) Cine Lupo (Shopping Lupo)
3) Arcoplex Tropical (Tropical Shopping)

Museus:
1) Museu Histórico Pedagógico “Voluntários da Pátria”
2) Museu Ferroviário
3) Museu Odontológico

Teatros:
1) Teatro Municipal “Plínio de Carvalho”
2) Teatro de Arena “Prefeito Benedito de Oliveira”
3) Teatro Wallace Leal Valentin Rodrigues

Relação dos Prefeitos que exerceram o cargo desde 1896:


1) Manuel Joaquim Pinto de Arruda - intendente de 1896 a 1898
2) João Nogueira de Camargo - intendente de 1898 a 1899
3) José Infante Vieira - intendente de 1899 a 1900
4) Antônio Corrêa de Arruda - intendente de 1900 a 1901
5) Camilo Dantas Horta - intendente de 1901 a 1902
6) Antônio Corrêa de Arruda - intendente de 1902 a 1903
7) Cel. João de Almeida Moraes - intendente de 1903 a (*)
8) Germano Machado - intendente de 1904 a 1905
9) Major Pio Corrêa de Almeida Moraes - intendente de 1905 a 1906
10) Major Pio Corrêa de Almeida Moraes - 1º prefeito, com gestão de 1906 a 1907
11) Américo Danielli - Prefeito de 1908 a 1910
12) Major Dario Alves de Carvalho - Prefeito de 1911 a 1916
13) Plínio de Carvalho - Prefeito de 1917 a 1930
14) Dr. Augusto Freire da Silva Junior - Prefeito de 09/12/1930 a 30/01/1931
15) Dr. Cristiano Infante Vieira - Prefeito de 30/01/1931 a 16/04/1931
16) Dr. Mário Arantes de Almeida - Prefeito de 16/04/1931 a 03/07/1932
17) Francisco Vaz Filho - Prefeito de 03/07/1932 a 03/10/1932
18) Major Faustino Cândido Gomes (1) Prefeito de 03/10/1932 a 13/10/1932
19) Francisco Vaz Filho - Prefeito de 13/10/1932 a 19/12/1932
20) Dr. Cristiano Infante Vieira (3) Prefeito de 19/12/1932 a 08/01/1933
21) Cantidio Afonso dos Santos - Prefeito de 08/01/1933 a 23/08/1933 
22) Dr. Lafaete Muller Leal - Prefeito de 23/08/1933 a 29/05/1934
23) Dr. Heitor Pinheiro - Prefeito de 29/05/1934 a 07/07/1935
24) José Maria Paixão - Prefeito de 07/07/1935 a 02/05/1936
25) Dr. José de Abreu Izique - Prefeito de 02/05/1936 a 02/08/1936
26) José Maria Paixão (2) - Prefeito de 02/08/1936 a 16/07/1938
27) Antenor Borba - Prefeito de 16/07/1938 a 22/01/1940
28) Dr. Camilo Gavião de Souza Neves - Prefeito de 22/01/1940 a 21/11/1945
29) Dr. Fernando de Nogueira Cavalcanti - Prefeito de 21/11/1945 a 19/12/1945
30) Dr. Camilo Gavião de Souza Neves - Prefeito de 19/12/1945 a 26/01/1946
31) João Soares de Arruda - Prefeito de 01/03/1946 a 01/03/1947
32) Dr. Candido de Barros - Prefeito de 01/03/1947 a 10/04/1947
33) Dr. José dos Santos - Prefeito de 10/04/1947 a 08/05/1947
34) Dr. Candido de Barros - Prefeito de 08/05/1947 a 30/05/1947
35) Dorival Alves - Prefeito de 30/05/1947 a 01/01/1948
36) Dr. José dos Santos - Prefeito de 01/01/1948 a 31/12/1951
37) Dr. Antonio Tavares Pereira Lima - Prefeito de 31/12/1951 a 15/04/1955
38) Otto Ernani Muller - Prefeito de 15/04/1955 a 13/06/1955
39) Dr. Antonio Tavares Pereira Lima - Prefeito de 13/06/1955 a 30/07/1955
40) Otto Ernani Muller - Prefeito de 30/07/1955 a 11/12/1955
41) Dr. Antonio Tavares Pereira Lima - Prefeito de 11/12/1955 a 31/12/1955
42) Rômulo Lupo - Prefeito de 01/01/1956 a 31/12/1959
43) Benedito de Oliveira - Prefeito de 1960 a 1964
44) Rômulo Lupo - Prefeito de 1964 a 1968
45) Rubens Cruz - Prefeito de 1968 a 1972
46) Clodoaldo Medina - Prefeito de 1972 a 1976
47) Waldemar de Santi - Prefeito de 1976 a 1982
48) Clodoaldo Medina - Prefeito de 1983 a 24/06/1988
49) Lindolpho Marçal Vieira Filho - Prefeito de 24/06/1988 a 31/12/1988
50) Waldemar de Santi - Prefeito de 01/01/1989 a 31/12/1992
51) Engº Roberto Massafera - Prefeito de 01/01/1993 a 31/12/1996
52) Waldemar de Santi - Prefeito de 01/01/1997 a 31/12/2000
53) Edson Antonio da Silva - Prefeito de 01/01/2001 a 2008(4)

54) Marcelo Barbieri - - Prefeito de 2009 a (Atual Prefeito)

(*) - Faleceu durante sua gestão
(1) - Prefeito Militar
(2) - Reintegrado
(3) - Interino

(4) Reeleito em 2005

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Hino de Araraquara:
Oficializado pela Lei Municipal de 1.866 de 21/03/1972
Letra e música de Aparecida J. C. de Aguiar

Araraquara tu nasceste
De uma lenda e de uma poesia
Cresça tupi que além das serras
Surgindo o sol ali morava o dia
Tendo por bandeira a lenda
Aqui chegou Pedro José Netto
Sonhando ergueu a sua tenda
Sob teu céu o seu primeiro teto

Araraquara ensolarada
O sol é teu coração
As tuas tardes são douradas
És meu querido torrão

Araraquara terra amada
Aracoara da língua tupi
Tu és morada, és manhã nascendo
Nome acalanto que foi dado a ti
Amo, meu berço natal
Onde pisaram bravos bandeirantes
Eu canto as maravilhas tuas,
Legado eterno desses teus gigantes

Araraquara ensolarada
O sol é teu coração
As tuas tardes são douradas
És meu querido torrão

Araraquara adorada 
Tu és morada e filha do sol
Esplendorosa é tua alvorada
E repousante o teu arrebol
Creio no teu bravo povo
No amanhã e na tua glória
Teus jovens seguirão confiantes
Novos gigantes desta tua história

Araraquara ensolarada
O sol é teu coração
As tuas tardes são douradas
És meu querido torrão

Bibliografia:
Araraquara – Central de Propaganda, Araraquara, 1995
Araraquara – Minimax Editora, SP, 1994
Araraquara em dados 1999, Edigma Editora, SP, 1999
Hemeroteca da Biblioteca Municipal “Mario de Andrade”
Lopes, Eduardo Luiz Veiga – Araraquara, 182 anos brilhando como o Sol, Prefeitura de Araraquara, 1999.
Tribuna Impressa – 22 de agosto de 1999.