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Notícias em O melhor do bairro de Artur Alvim, São Paulo, SP

quinta-feira, 10 de julho de 2014
Argentinos e brasileiros brigam na saída do Itaquerão

A briga generalizada se estendeu por cerca de cinco minutos e foi apartada por pessoas com camisa do Corinthians

Argentinos e brasileiros discutiram e trocaram socos na frente da Estação Artur Alvim do Metrô por volta das 20 horas, enquanto os torcedores começavam a sair do Itaquerão após vitória da Argentina pela semifinal da Copa do Mundo. A estação fica nas imediações do estádio.

Os argentinos haviam fechado a Rua Doutor Campos Moura, próxima à estação, e estavam comemorando a vitória sobre a Holanda. Não se sabe como exatamente começou a confusão, mas houve discussão e empurra-empurra entre cerca de 20 argentinos e brasileiros. Alguns brasileiros estavam do lado dos argentinos.

A briga generalizada se estendeu por cerca de cinco minutos e foi apartada por pessoas com camisa do Corinthians. A reportagem não viu nenhum ferido.

Houve correria e lojas e bares fecharam. A Polícia Militar não estava presente no momento da confusão, já que, na saída das partidas, os PMs permanecem dentro da estação de metrô, na saída para a Radial Leste.

EXAME

segunda-feira, 02 de junho de 2014
Torcedores se espremem em passarela na saída do Itaquerão

Em meio a entulhos e obras inacabadas, torcedores  do Corinthians enfrentaram uma longa fila no caminho entre o Itaquerão e a estação Artur Alvim após jogo deste domingo (1º), entre Corinthians e Botafogo. Após o final da partida, a reportagem demorou uma hora e cinco minutos entre a saída do setor sul do estádio e a estação de metrô da linha vermelha.

O caminho por uma passarela estreita era única e obrigatória para todos que fossem até a estação Artur Alvim. Alternativa no jogo anterior para torcedores que iam a pé, a Radial Leste esteve bloqueada tanto para veículos como para o público.

O bloqueio foi determinado pela Fifa, que apesar da aglomeração, torcedores ouvidos pela reportagem disseram preferir o metrô. "É normal isso. No Pacaembu também passava por situação parecida", disse o funcionário público Anderson Nogueira, 31.

FolhaPress

sábado, 31 de maio de 2014
Comércio perto do Itaquerão 'muda' com Copa do Mundo

Quem andar pelos arredores da estação do metrô Artur Alvim, próxima ao Itaquerão, a Arena Corinthians, na zona leste de São Paulo, perceberá a grande incidência da cor vermelha no local. É neste tom que as empresas patrocinadoras da Fifa estão pintando estabelecimentos comerciais localizados nas proximidades do palco de estreia do Brasil na Copa do Mundo.

Beneficiados pela Lei Geral da Copa, que não permite a promoção de marcas concorrentes das que já patrocinam o Mundial em um perímetro de até 2 km em volta dos estádios, os parceiros da entidade aproveitam para divulgar as respectivas marcas na região.

Comerciantes do local explicaram que o acordo com as empresas que patrocinam o evento não prevê a venda exclusiva de seus produtos aos clientes. As negociações entre ambas as partes ocorreram individualmente, com cada estabelecimento solicitando diferentes contrapartidas para ter a sua fachada pintada e o seu interior decorado. Dos nove locais visitados pela reportagem que passaram por algum tipo de mudança, em seis deles os acordos se deram de maneira informal, sem a assinatura de contrato.

Como no caso do comerciante José Lima, de 39 anos, para quem a pintura na frente, a decoração interna de seu bar e a instalação de dois frigobares pagas pelos patrocinadores, Ambev e Coca-Cola, foram suficientes. "Foi bom para mim. Antes era tudo feio, pichado e agora todo mundo veio me dar os parabéns por ter ficado mais aconchegante", afirmou.

Sócio de uma padaria nas imediações da estação Artur Alvim, Everaldo Lima, de 36 anos, foi quem procurou as empresas parceiras da Fifa para ter a sua fachada decorada. "Como já compramos de ambos (Coca e Ambev), procurei-os para ver se eles podiam renovar a fachada para mim. Então eles (da Coca) propuseram a pintura da frente e eu acabei fechando o acordo no começo deste ano, depois de incluir a instalação de um toldo na negociação", explicou.

Seguindo uma linha mais desconfiada, Wilson Macedo, de 46 anos, um dos sócios de uma lanchonete, conta que pediu 10 caixas de cerveja para fechar o negócio. "Não sou bobo de fazer propaganda de graça para os outros", afirmou.

Dos 10 estabelecimentos visitados pela reportagem, apenas um, da rede supermercados Extra, não aceitou ter a fachada pintada de vermelho. "Recusamos por causa da política da empresa, que não quer descaracterizar a nossa marca", disse o gerente Rodrigo Caetano.

Agência Estado

sábado, 17 de maio de 2014
Ideia de internet grátis nas praças de SP é aprovada, mas resultado ainda decepciona

Com cronograma reformulado, serviço ainda está restrito a três locais da cidade dos 120 propostos inicialmente pela prefeitura

As Praças Digitais, locais com rede sem fio de internet gratuita, criadas pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ainda não emplacaram. Além de estar disponível em poucos lugares, o serviço tem sinal oscilante, conexão frágil e não chega a atingir completamente os locais em que está instalado.

A RBA visitou a praça Dilva Gomes Martins, em Artur Alvim, zona leste da cidade, o Pátio do Colégio e o Mercado Municipal, ambos no centro da capital, e encontrou usuários de internet animados com a ideia, mas frustrados com o resultado.

De acordo com a proposta, qualquer pessoa portando celular, tablet, laptop ou outros eletrônicos capazes de conectar-se à internet poderia utilizar o serviço. Para acessar é necessário se conectar à rede "wifi livre sp” e abrir um navegador. A página do projeto abre e basta clicar em “acessar”. A velocidade mínima é de 512 quilobits por segundo para cada pessoa. No entanto, o total de usuários que pode acessar o serviço ao mesmo tempo varia entre os locais, indo de 100 até o máximo de 500.

O primeiro detalhe que chama atenção é a total ausência de avisos que indiquem a prestação do serviço nas praças. Não há divulgação do projeto nem orientação de como funciona a conexão.

O estudante Tales César da Silva, de 17 anos, morador de Artur Alvim, aprova a iniciativa, mas defende melhorias. "Não tenho internet em casa, então, facilitou muito para mim, mas falha bastante, principalmente à noite”, afirmou. “Faço de tudo: coisas da escola, busca de endereços quando preciso sair, redes sociais, vejo até vídeos quando o sinal está bom”, completou ele, que está no último ano do ensino médio.

O sinal na praça Dilva Gomes Martins manteve-se 100% por toda a extensão da avenida Padre Estanislau de Campos. Vinte segundos foram suficientes para carregar um vídeo de três minutos, tempo considerado razoável. No entanto, após abrir a terceira aba no navegador de internet, a velocidade caiu bastante. O problema se repetiu nos outros locais.

Segundo nota da Secretaria Municipal de Serviços, responsável pelo projeto, o problema pode estar relacionado a uma série de fatores, desde a capacidade de recepção de sinal do aparelho utilizado (no caso da reportagem da RBA, um laptop, diferente da maior parte dos usuários, que utiliza celulares com capacidade menor) passando pela "competição” entre os demais roteadores existentes na região e o WiFi Livre SP, além do número de pessoas que acessa a rede ao mesmo tempo.

Rede Brasil Atual

 

sexta-feira, 11 de abril de 2014
Comerciante é morto com tiro no rosto

O homem de 45 anos teria entrado em luta corporal com o suspeito dentro de sua loja de móveis

Um suspeito invadiu uma loja de móveis, em Artur Alvim, zona leste de São Paulo, por volta das 18h desta terça-feira (8) e matou o comerciante e dono, de 45 anos.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o proprietario teria brigado com o suspeito para evitar o assalto e levou um tiro no rosto.

A esposa de Abdul Ghani Dib Malat estava no estabelecimento e chamou o socorro. O comerciante foi levado ao Pronto Socorro Nhocuné, mas não resistiu aos ferimentos.

O criminoso ainda não foi localizado.

Diário de São Paulo

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