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Notícias em O melhor do bairro de Artur Alvim, São Paulo, SP

sexta-feira, 11 de abril de 2014
Comerciante é morto com tiro no rosto

O homem de 45 anos teria entrado em luta corporal com o suspeito dentro de sua loja de móveis

Um suspeito invadiu uma loja de móveis, em Artur Alvim, zona leste de São Paulo, por volta das 18h desta terça-feira (8) e matou o comerciante e dono, de 45 anos.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o proprietario teria brigado com o suspeito para evitar o assalto e levou um tiro no rosto.

A esposa de Abdul Ghani Dib Malat estava no estabelecimento e chamou o socorro. O comerciante foi levado ao Pronto Socorro Nhocuné, mas não resistiu aos ferimentos.

O criminoso ainda não foi localizado.

Diário de São Paulo

segunda-feira, 31 de março de 2014
Projeto criará maior grafite a céu aberto do mundo em SP

Projeto 4 km prevê a execução do maior grafite a céu aberto na Zona Leste de São Paulo

São Paulo - A construção de um estádio em Itaquera, com vistas à Copa do Mundo, teve como umas das maiores bandeiras o desenvolvimento da região, uma das mais carentes da cidade de São Paulo. Ainda que as obras estejam atrasadas e, até o momento, haja um impasse quanto à responsabilidade sobre quem irá bancar as estruturas temporárias do Arena Corinthians, empreitadas culturais, visando o Mundial, já despontam na Zona Leste da cidade.

Uma delas é o Projeto 4 km, criado pela secretaria de estado de Turismo e pelo Comitê Paulista da Copa, com apoio da secretaria de estado de Cultura e da Companhia do Metropolitano (Metrô) de São Paulo. A ação, que consiste na execução do maior grafite a céu aberto da América Latina, terá as inscrições abertas na próxima terça-feira (1º de abril) para artistas interessados.

Os grafiteiros selecionados pelo projeto receberão um cachê de R$ 6.500 e terão cerca de quatro quilômetros para desenvolver suas verves artísticas ao longo dos muros do Metrô na Radial Leste, entre as estações Patriarca e Corinthians-Itaquera - trajeto que será percorrido por torcedores que irão acompanhar as partidas do Mundial na Arena Corinthians. O mural será dividido em 70 artes, em espaços de 50 metros de comprimento por 2,5 metros de altura, em média.

O Projeto 4 km terá curadoria dos artistas Bárbara Goy, Diego Zéfix, Thiago Falgetano e Danilo Roots, que realizarão grafites em aproximadamente 500 metros do muro. Workshops para a comunidade local também serão ministrados por eles.

Interessados devem se apresentar seus projetos de acordo com os seguintes temas: cidade de São Paulo, torcida brasileira e futebol. O regulamento pode ser consultado no site Turismo em São Paulo, que disponibilizará a ficha de inscrição a partir da próxima terça-feira (1º de abril).

EXAME

sexta-feira, 21 de março de 2014
ASSÉDIO MORAL NAS RELAÇÕES DE TRABALHO

O assédio moral, embora não seja um tema recente, vem ganhando cada vez mais notoriedade e importância nas relações de trabalho.

Isso se deve a prática de condutas abusivas, de natureza psicológica, que atentam contra a dignidade do colaborador de forma contínua, por parte de alguns gestores, expondo-o às situações humilhantes e constrangedoras, que por consequência deterioram o ambiente de trabalho.

Mas como identificar o agressor do assédio

moral?

Em sua maioria, o agressor é uma pessoa que se mostra agradável em happy hours, almoços e reuniões fora do trabalho, mas que quando assume o poder que lhe é conferido, no ambiente de trabalho, se comporta como um capataz reforçando sempre o medo individual e aumentando a submissão coletiva. Sua gestão é marcada pelo autoritarismo, pela exposição dos colaboradores a situações vexatórias, constrangedoras e humilhantes durante o exercício de sua função e pela comunicação deficiente e hostil, inibindo o envolvimento, o engajamento e o crescimento dos profissionais que integram sua equipe, tornando-os vulneráveis na relação trabalhista.

Vários são os exemplos de manifestação: exigir que o colaborador execute atividades não condizentes ao contrato de trabalho firmado, advertências absurdas e descabidas, mudanças de horários e turnos de maneira autoritária, gritos, intimidações e ameaças quanto a perda do emprego, sobrecarga de trabalho dificultando as condições de sua execução, não fornecimento materiais e ferramentas adequadas para elaboração das tarefas, ridicularização do colaborador frente dos demais colegas (utilização de palavras jocosas, apelidos, etc.), desqualificação e desvalorização generalizada do trabalho realizado, aumento e cobrança exagerada das metas, afirmação constante de autoridade e poder, entre outras.

Combater o assédio moral não é uma tarefa fácil, mas é preciso dar um basta!

 

No Brasil, ao contrário do que acontece com a França, não há uma legislação federal que disciplina o tema aqui exposto, sendo necessário mobilizar a sociedade para que os políticos elaborem leis com penas severas aos agressores, assim como ocorre com o assédio sexual, que prevê pena de 1 (um) a 2 (dois) anos de detenção para a pessoa que, valendo-se de sua condição superior, constranger o trabalhador com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual (art. 261-A do Código Penal).

Enquanto os políticos não elaboram uma lei federal específica sobre o assunto, caberá ao empregado reunir o maior número de provas possíveis tais como documentais (e-mails) e testemunhais (vítimas de assédio moral que trabalham ou trabalharam na mesma empresa), além de denunciar o caso no sindicato de sua classe, ingressando com uma reclamação trabalhista, visando: a rescisão indireta do contrato de trabalho, o saldo de salário, aviso prévio, férias vencidas e proporcionais, o adicional de 1/3, os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a multa fundiária de 40%, bem como uma indenização pelos danos morais sofridos em decorrência do assédio moral.

Denunciar o agressor no sindicato de sua classe e ingressar com a reclamação trabalhista são medidas eficazes para combater esse mal que atinge milhares de trabalhadores em todo o país.

Alberto Gamboggi

e-mail: gamboggiecarvalho.adv@gmail.com

Telefone: (11) 3679-7663
                 (11) 97684-3746            

                 

 

 

 

 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Delegado abre inquérito e aguarda laudos da perícia

 O delegado titular do 65º Distrito Policial de Artur Alvim, Luiz Antonio da Cruz, abriu investigação preliminar para apurar a morte de dois operários que trabalhavam nas obras do Itaquerão, na zona leste de São Paulo.

A natureza da ocorrência foi classificada como desabamento com morte, diz o inquérito. O delegado já ouviu algumas pessoas sobre a queda da estrutura metálica do estádio, que será palco da abertura da Copa-2014.

"Já fiz oitivas com o engenheiro responsável, uma pessoa da parte administrativa dele e um técnico da obra", afirmou.

No desabamento, morreram Fábio Luis Pereira, 41, que estava no caminhão atingido no desabamento, e Ronaldo Oliveira dos Santos, 43, que foi atingido quando estava ao lado de um banheiro químico no local.

Os corpos de ambos foram levados ao IML (Instituto Médico Legal) e devem ser liberados ainda hoje.

Segundo relato de Cruz, o operário José Valter Joaquim, 56, operava o guindaste e ficou em estado de choque. Mas não foi confirmado se acabou indo para algum hospital. Ele deve ser convocado a depor.

O delegado afirmou que a Odebrecht, responsável pela execução das obras do estádio, está colaborando com a investigação. "Queremos tudo às claras", afirmou.

Ele não descartou chamar o ex-presidente do Corinthians Andres Sanchez, diretor do estádio, para depor. Porém, afirmou que toda investigação poderá recomeçar, a depender do resultado dos laudos.

"Enquanto não houver um laudo, fica difícil, e todas as oitivas poderão ser refeitas", disse.

Não há data para que os resultados das averiguações sejam divulgados. 

Folhapress

quarta-feira, 26 de junho de 2013
Artur Alvim - Passarela tem Lixo e Ferrugem

Moradores de Artur Alvim e da Vila Ré estão preocupados com o abandono da passarela que faz a ligação entre a Praça da Independência (ao lado da Rua Itinguçu) e o final da Rua Maciel Monteiro, esquina com a Avenida Radial Leste.

CONQUISTA

Reivindicação antiga das pessoas que vivem no entorno, a passarela foi uma conquista depois que a chegada do Metrô interrompeu a passagem existente, entre os dois bairros, pela linha do trem. Passados alguns anos, o número de moradores que utilizava-se do equipamento público para atravessar as linhas da CPTM e do Metrô diminuiu na mesma proporção do esquecimento de se fazer a manutenção do acesso.

Para o estudante William da Silva, é uma vergonha ver o estado em que se encontra a passarela. “Do lado da Rua Maciel Monteiro, vândalos arrancaram uma parte das grades de proteção aos pedestres. Quando subimos, vemos o mato crescendo na lateral do acesso e muito lixo”, reclamou.

VÔMITO

No local também é possível perceber que moradores de rua se utilizam do espaço para fazer suas necessidades fisiológicas e para dormir. Além de ter de suportar o mau cheiro, as pessoas ainda tem de desviar de restos de comida, vômito, roupas e sapatos velhos que foram espalhados na parte do acesso sobre a Avenida Radial Leste. O jovem ciclista Igor Lemos afirmou que tinha o hábito de ir até a Praça da Independência para usar os serviços de uma oficina de concerto de bicicletas. “Agora, sou obrigado a procurar outros locais, pois tenho medo de atravessar a passarela”, salientou.

FERRUGEM

O temor de Lemos se dá pelas atuais condições do equipamento de um modo geral. Como as grades são baixas e não há telas ou alambrados nas laterais da passarela, o perigo de uma queda é alto em alguns pontos. Outro problema está relacionado à ferrugem na parte metálica. Com o tempo, as bases dos gradis foram corroídas e, com isso, parte da estrutura de proteção está comprometida.

ALAMBRADO

Parte do alambrado, usado para bloquear a possibilidade de se lançar algum objeto na linha férrea, foi arrancado ou destruído. No tocante à iluminação, não existe nenhum tipo, o que causa ainda mais inquietação, principalmente em quem precisa atravessar o acesso e tem receio de ser assaltado. Tanto de um lado como de outro, há lojas, empresas e prestadores de serviços que estão perdendo a oportunidade de receber mais consumidores. Além disso, os moradores cujo objetivo é o de simplesmente chegar aos bairros voltaram a ficar isolados.

Link:gazetavirtual

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