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Podologia em taguatinga indica: Atuação do podólogo vai além da unha encravada quarta-feira, 12 de setembro de 2012

 

Podologia em taguatinga, por MICHELLE ACHKAR
 
Regulamentada desde 1968 e com mais mercado a cada ano, a profissão de podólogo ganha um reforço: acaba de se formar a primeira turma do curso de graduação tecnológica em Podologia no Brasil. A formação abre outras perspectivas ao mercado, já que o aluno obtém conhecimentos de anatomia, fisiologia e biomecânica e pode ter papel mais atuante no tratamento ou prevenção de doenças em parceria com médicos.
 
Confira as principais novidades da área com o coordenador do curso da Universidade Anhembi Morumbi, Armando Bega, que lembra que os problemas mais comuns nos pés dos brasileiros são corte errado das unhas e uso de calçados impróprios. 
 
O que mudou na formação de um podólogo com a criação do curso superior na área? 
Hoje um podólogo pode ter formação em dois níveis, o técnico com total de 1.200 horas de curso, ou o superior tecnológico em podologia, com duração de 2.880 horas de aulas. A diferença é que neste último o aluno aprende anatomia, fisiologia, biomecânica. Esses conhecimentos lhe permitem atuar em áreas como posturologia e ortopodologia, no qual a partir da análise dos pés da pessoa o profissional recomenda o uso de palmilhas que reorganizam a postura. São palmilhas de no máximo 2 mm, diferentes das ortopédicas, que devem ser indicadas por médicos ortopedistas. O podólogo também pode trabalhar em parceria com médicos e fisioterapeutas. 
 
Com esses conhecimentos, que novas oportunidades a carreira passa a oferecer? 
Entre as principais, mais possibilidades de trabalhar em clínicas multidisciplinares e hospitais. A Federação Internacional de Diabetes, por exemplo, exige que um podólogo faça parte do quadro de profissionais de saúde responsáveis pelo tratamento de um paciente com a doença, fato que começa só agora a se tornar realidade no Brasil. Atuar na área esportiva também é outro campo em crescimento. Mas é possível se especializar na biomecânica de cada esporte, além da associação com outras áreas. Temos alunos no curso que são formados em Educação Física, Fisioterapia, Biologia e Enfermagem. No caso do curso da Anhembi, firmamos uma parceria com a Universidad Europea de Madrid. Após dois anos de curso no Brasil, o aluno pode estudar um ano na Espanha e obter titulação para trabalhar em toda a União Europeia. 
 
Qual a remuneração atual média dos podólogos e qual a perspectiva com a nova titulação? 
Ainda não sabemos o quanto a nova formação irá agregar à remuneração dos profissionais. Um podólogo com formação técnica trabalhando em uma clínica ou empresa ganha inicialmente entre R$ 1.500 e R$ 2 mil. Se montar um consultório próprio, os ganhos podem ser maiores, mas levará tempo para formar clientela. No caso do podólogo com formação superior, se ele for trabalhar com palmilhas de reprogramação postural, que saem em média por R$ 200, os ganhos serão maiores ainda. 
 
Muitas pessoas fazem tratamentos nos pés em salões de beleza, com manicures. Criar uma diferenciação ainda é um desafio para os podólogos? 
Sim. Ainda existe muita confusão, pois muitas manicures, ao fazer o serviço de embelezamento, tratam de problemas como micose e unha encravada. 
 
Qual o perfil do cliente dos podólogos atualmente no Brasil? 
Há 15 anos, atendíamos apenas homens e mulheres com problemas nos pés. Isso foi evoluindo e passamos a tratar de idosos com complicações mais comuns na faixa etária, como diabetes e artrose. Hoje, homens já procuram os tratamentos como forma de prevenção e verificamos procura por clientes das classes C e D, quando há uma década atendíamos apenas pessoas das classes média e média alta. 
 
Quais os problemas mais comuns nos pés dos brasileiros? 
Cortar a unha de forma errada e o uso de calçados inadequados. No mundo, os problemas mais comuns são os decorrentes da idade, como envelhecimento da pele, alterações nos dedos, como dedos em garra e joanetes.
 
Especial para Terra
Author: Saúde para os pés - Antônia Mesquita
Endereço:
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