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Notícias em O melhor do bairro de Butantã, São Paulo, SP

sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Aurélio Miguel consegue verbas para o Butantã

Uma das principais qualidades do homem público é a sua fidelidade.
Obediência aos seus princípios morais, éticos e o respeito aos compromissos assumidos com seus eleitores.
É dessa forma que o vereador Aurélio Miguel pauta o seu mandato. Líder do PR na Câmara Municipal de São Paulo, trabalha em prol do cidadão paulistano, pelo desenvolvimento da capital paulista. Atento a tudo o que acontece no município, o judoca campeão olímpico que escolheu a política como seu outro campo de luta não descuida da região onde nasceu, se criou e mora até hoje. "Tenho batalhado e conseguido melhorias para a região. Nos últimos dois anos importantes conquistas para o Butantã foram alvo de meu trabalho", declarou Aurélio.
Por sua indicação e fruto de intensa articulação, cerca de R$ 7 milhões foram investidos nesse importante trecho da capital paulista.

Além de uma atuação parlamentar firme no propósito de fiscalizar a aplicação do dinheiro público e a qualidade desse investimento, Aurélio Miguel não se descuida da questão de verbas para obras na área da Subprefeitura do Butantã. "Nada se faz sem dinheiro. Então faço o possível para que as demandas da população sejam atendidas. Mas fico de olho naquilo que é feito, pois o dinheiro público deve gerar obras de qualidade", comentou Aurélio.

Entre as obras e programas que foram beneficiados pelas verbas indicadas merecem destaque a implantação do projeto Criança em Ação (interrompido neste ano pela Prefeitura), a construção e implantação de um ecoponto e quatro miniecopontos, o programa de atendimento Pronta-resposta, o fornecimento de equipamentos de som, luz e mobiliário para a Casa da Cultura do Butantã, além de valores que resultaram em inúmeras obras junto às comunidades mais carentes dos bairros que integram a região.
Também mereceram atenção do vereador Aurélio Miguel obras viárias e a revitalização de inúmeros espaços públicos tais como o existente na esquina das ruas Wladimir do Amaral e Hideo Oshima e em toda a extensão da aveni da Rio Pequeno coma revitalização de suas calçadas.

Outro ponto que mereceu a atenção de Aurélio foi a praça Vinicius de Moraes que ganhou muretas de proteção aos usuários do local e equipamentos de ginástica para a terceira idade. "Mas ainda falta muita coisa e meu trabalho continua. São Paulo é uma cidade carente de serviços à população e por mais se que faça, sempre haverá muito que fazer", avaliou Aurélio ressaltando que seu gabinete permanece à disposição das reivindicações dos paulistanos do Butantã. "Venham sugerir, reivindicar, reclamar. Participem de meu mandato", insistiu Aurélio Miguel.

terça-feira, 01 de novembro de 2011
CONSEG São Paulo Butantã é reativado

Após quase dois anos desativado, o CONSEG São Paulo Butantã voltará às suas atividades e ganhará uma nova diretoria no dia 6 de outubro, às 19h30, no salão da Igreja São Patrício (Avenida Otacílio Tomanik, 1.555, Rio Pequeno).

Durante a solenidade de posse da diretoria, haverá um formulário no qual a comunidade poderá deixar registradas reivindicações relativas à segurança.

A presidente da entidade, a servidora pública municipal e moradora da região há mais de 25 anos, Izildinha Barosi Souza, diz que assumiu um grande compromisso. "Meu objetivo, junto à diretoria que será selecionada, é desenvolver minhas funções de forma democrática, participativa a apartidária, trazendo à região soluções para seus problemas com segurança e criando campanhas educativas", afirma.

A presidente ainda terá a função de organizar a eleição popular do CONSEG 2012-2014, que ocorrerá em maio de 2012.

terça-feira, 01 de novembro de 2011
Ações de incentivo a leitura na comunidade

O Centro Comunitário e Creche Sinhazinha Meirelles, (Av. José Joaquim Seabra, 1245 - Fones: 3768-6697 / 3765-2730) em parceria com Instituto HSBC Solidariedade e Gerdau, desenvolve o Projeto Despertar da Leitura que tem como objetivo estimular o gosto pela leitura e formar alunos - multiplicadores de leitura.

É desenvolvido com 430 Crianças e adolescentes de educação infantil, fundamental e médio que não lêem ou que tem dificuldades na leitura e na escrita, e possuem família com histórico de baixo índice de leitura.

terça-feira, 01 de novembro de 2011
2º Festival de Música do Butantã abre inscrições

A segunda edição do Festival de Música do Butantã (Fesmub) está com inscrições abertas.
Bandas, cantores, instrumentistas e compositores dos distritos do Morumbi, Butantã, Rio Pequeno, Raposo Tavares e Vila Sônia podem participar da nova edição enviando um email de interesse para cfsilva@prefeitura.sp.gov.br.
A organização irá entrar em contato com os participantes solicitando confirmação da inscrição e informações adicionais. Duas eliminatórias acontecerão no mês de novembro na Casa de Cultura do Butantã e no Centro de Educação Unificada (CEU) Uirapuru.

A primeira edição do Festival de Música do Butantã (Fesmub) reuniu na Casa de Cultura da região um público de 800 pessoas.
De lá saíram vencedores dois cantores e uma banda que puderam gravar suas composições num álbum de divulgação, além da revelação Frã Finamore, cantor e guitarrista que apresentou neste ano seu repertório na programação musical das unidades do Sesc.

A participação é gratuita e as canções inscritas devem ser inéditas (não há restrição quanto ao gênero musical).
Uma seleção prévia escolherá 20 músicos que farão parte das eliminatórias.
A grande final acontece em dezembro com oito músicos ou bandas na disputa.

Fonte: Jornal Oeste News

 

sábado, 29 de outubro de 2011
‘Hoje, é a PM que garante a segurança da USP’

Ex-reitor da Universidade de São Paulo (1986-1990) e ex-ministro da Educação (1991-1992), o professor de Física José Goldemberg diz que a presença da Polícia Militar é o que permite que a USP funcione com segurança, especialmente durante a noite. Por outro lado, Goldemberg diz que já chegou a reivindicar, durante seu mandato de reitor, o afastamento da polícia do câmpus, por entender que a presença policial atrapalhava a liberdade de pensamento e as discussões políticas em curso na universidade.

Por que os estudantes e parte dos funcionários são contrários à presença dos estudantes na Cidade Universitária?
Isso é uma coisa que vem desde os anos 1970 e começou na Europa. A ideia é que a universidade é um território livre, tem de haver liberdade de pensamento, onde é possível discutir de ideias marxistas a religião. Durante o governo militar, essa rejeição à polícia se tornou muito aguda aqui (na USP) - era uma crítica à presença ostensiva e à não ostensiva. Tinha muito policial infiltrado entre os alunos, o que impedia as discussões que não fossem muito conservadoras. Muitos reitores tentaram evitar essa presença. E isso foi adiante (após o fim do regime). Eu mesmo, como reitor, tive de impedir a presença da PM. Havia maus-tratos contra alunos, até casos de tortura.

Essa realidade ainda existe nos dias de hoje?
Não, pelo contrário. Hoje, dado o clima de insegurança, é a presença da PM que garante a segurança física dos alunos. À noite, a USP é um lugar muito perigoso. Estavam ocorrendo muitos assaltos, houve até a morte de um aluno. Agora, estão trocando a iluminação para trazer mais segurança.

Então por que essa reação contrária aos policiais? Por que o pensamento do regime militar ainda vigora entre os alunos?
Muita gente se aproveita da ausência da polícia para práticas que não têm a ver com discussão política. Droga, pela legislação, é uma atividade criminosa. Há quem queira descriminalizar (a maconha). E essa discussão deve acontecer também na universidade. Mas não se pode reivindicar a saída da PM do câmpus para poder praticar crimes. Pela legislação, repito, maconha é crime.

A presença da PM não pode impedir esse tipo de discussão, por exemplo?
Uma pessoa drogada perturba as atividades do câmpus. Não se pode usar a descriminalização como bandeira para retirar a PM daqui. Pode se discutir.

Os alunos disseram que eles estavam lutando não por eles, mas por toda a sociedade. O senhor concorda com isso?
Não. Nós lutamos muito para haver liberdade de pensamento e ela existe dentro do câmpus. Misturar as duas coisas não é correto.

Como o senhor avalia a gestão do atual reitor (João Grandino Rodas)?
Ele tem feito um bom trabalho. Está construindo prédios, houve aumento de salários, a USP tem recebido bons investimentos.

Então por que ele se tornou um dos principais alvos dos manifestantes da USP?
Tem uma coisa de complexo de Édipo aí. Ele é como um pai, a figura da autoridade. Por isso, vira alvo dos estudantes.

 

Fonte: Estadão (29/10/2011)

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