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Notícias em O melhor do bairro de Butantã, São Paulo, SP

quarta-feira, 15 de maio de 2013
Após 3 anos, situação é precária no Butantã.

Três anos após o incêndio que destruiu o prédio das coleções biológicas do Instituto Butantã, os milhares de exemplares de cobras e aranhas que foram resgatados das chamas permanecem acondicionados em ambientes provisórios e, em alguns casos, inadequados, tanto para a preservação do acervo quanto para o trabalho dos pesquisadores que perderam seus laboratórios.

Um novo prédio - projetado especificamente para receber as coleções - já está pronto, mas ainda não foi inaugurado. Enquanto isso, os pesquisadores da Herpetologia (que estudam répteis) continuam a trabalhar em uma casinha antiga, próxima ao prédio da diretoria, em condições precárias.

Por falta de espaço, uma parte da coleção que foi resgatada do incêndio fica amontoada do lado de fora da casa, em uma varanda coberta, porém exposta ao sol e à chuva e repleta de sujeira. Outra parte está guardada no canto de um porão úmido e cheio de fungos nas paredes, onde também estão estocados cerca de 6 mil animais recebidos pelo instituto e adicionados à coleção nos últimos três anos. As prateleiras estão lotadas.

"Nossas condições de alojamento são bastante precárias", disse ao jornal O Estado de S. Paulo o biólogo Francisco Franco, curador da coleção de répteis. Tanto que, até hoje, não foi feita uma triagem para saber de fato o que foi perdido e o que foi salvo no incêndio. "Assim que tivermos um espaço adequado, vamos fazer esse levantamento", promete.

Sua estimativa é de que cerca de 80% da coleção de cobras tenha sido perdida. O acervo era um dos maiores do mundo, com cerca de 85 mil exemplares de centenas de espécies coletadas ao longo dos 120 anos do instituto.

A maior parte do que foi salvo do incêndio está em um outro prédio, conhecido como "fazendinha". O diretor substituto do Butantã, Marcelo de Franco, reconheceu que as condições não são ideais, mas disse que elas atendem às necessidades básicas de segurança para manutenção provisória do acervo.

O prédio novo, segundo ele, "está pronto". "Queremos entrar lá em julho, no mais tardar", disse. O projeto é da Secretaria de Estado da Saúde, à qual o Butantã é vinculado. Segundo o diretor da Divisão de Engenharia e Arquitetura do instituto, Mauricio Meros, o projeto já foi aprovado pelo Corpo de Bombeiros, faltando só o treinamento dos brigadistas e alguns testes de comissionamento dos sistemas anti-incêndio.

Franco, o curador, está ansioso para ocupar o prédio, que é maior e muito mais moderno do que o anterior - que era, essencialmente, um galpão improvisado. "Finalmente teremos instalações adequadas para nossas coleções", disse. Ele lamentou, porém, a demora para a inauguração. "Prometeram entregar o prédio em um ano; já passaram três."

Segundo o diretor substituto, o atraso foi "por causa da licitação da parte de segurança" do prédio, que terá sistemas sofisticados de prevenção e combate a incêndios.

Futuro

De acordo com informações da Secretaria de Saúde, o prédio tem 1,6 mil metros quadrados e custou R$ 5,5 milhões, incluindo os equipamentos e sistemas de segurança. A área onde ficarão as coleções é totalmente isolada dos outros ambientes e o acervo ficará dividido em sete salas também isoladas umas das outras, para evitar uma perda total em caso de acidente.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Herton Escobar

quarta-feira, 01 de maio de 2013
USP ocupa o 19º lugar no Ranking Webometrics.

No novo estudo divulgado pelo Webometrics Ranking Web of World Universities em 06/02 a Universidade de São Paulo (USP) ocupa o 19º lugar, seguida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (129º), Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (177º), Universidade de Brasília – UnB (181º), Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (205º), Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (241º), Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (254º), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp (294º), Universidade Federal Fluminense – UFF (312º), Universidade Federal do Paraná – UFPR (364º), Universidade Federal da Bahia – UFBA (444º) e Universidade Federal do Ceará – UFC (482º).

O ranking avalia a visibilidade na internet para elaborar sua lista e os resultados são divulgados em janeiro e julho.
O Brasil possui 12 universidades que estão entre as 500 melhores do mundo.
O levantamento é baseado no impacto que as publicações científicas das instituições de ensino têm na internet.
Das universidades brasileiras até a 500º posição, todas são públicas, sendo nove federais e três estaduais.

A Universidade de Harvard continua em 1º lugar.
As universidades brasileiras são as melhores colocadas entre as instituições de ensino superior da América Latina: sete entre as 10 primeiras universidades são do Brasil.

Fonte:  http://www.webometrics.info

segunda-feira, 22 de abril de 2013
Butantã participa da discussão do Plano de Metas 2013-2016

 

Com o auditório da Casa de Cultura Butantã lotado, foi apresentado à população no último sábado (20 de abril) o Programa de Metas 2013-2016 da Prefeitura de São Paulo.
Após a apresentação quase 30 representantes da sociedade civil apresentaram sugestões de inclusão e melhoria para o Programa.

Inscreveram-se 158 representantes de 55 entidades da sociedade civil.
Compareceram ainda representantes de quatro vereadores com atuação na região e de órgãos públicos como as secretarias do Verde e Meio Ambiente, da Educação, Saúde, Assistência Social, Governo, Gestão e Planejamento e FAU-USP.

Dentre os temas mais citados pelos representantes destacam-se demandas por parques e áreas verdes (9 citações); saúde (7), mobilidade urbana; transporte público; calçadas emobilidade; coleta de lixo e instalação de novos ecopontos (4).
Também foram expressas preocupações com creches; Vila Olímpica e esporte; drenagem; ciclovias; cultura; segurança pública; lazer infantil; habitação; educação integral; gestão; biblioteca; poda de árvores; reurbanização de favelas; políticas voltadas aos idosos e segurança alimentar.

No mesmo dia foram realizadas audiências em outras 15 subprefeituras, completando o ciclo iniciado na semana anterior, englobando as 31 unidades regionais de administração da cidade.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

segunda-feira, 08 de abril de 2013
Ônibus da USP têm dobro de usuários que toda a Cidade

 

Os ônibus que ligam a Estação Butantã do Metrô à Cidade Universitária, no mesmo bairro, na zona oeste da capital, estão entre os mais cheios da metrópole. Diariamente, cada veículo das Linhas 8012-10 e 8022-10 (Metrô Butantã-Cidade Universitária) transporta 1.458 e 1.361 passageiros, respectivamente. A lotação representa quase o dobro de usuários se comparada com a média de 800 passageiros por ônibus de toda a cidade, segundo dados da São Paulo Transporte (SPTrans). As duas linhas, operadas por 18 ônibus, são tão lotadas que alguns veículos chegam a transportar diariamente até 1.700 passageiros - a maioria de estudantes da Universidade de São Paulo (USP). Tanto aperto provoca reações. Além da lotação, as filas e a demora entre um carro e outro são as principais queixas.

"Às vezes o ônibus não para, porque tem gente demais. Quando o outro passa, você vai socada", diz a estudante Gabriela Talpo, de 22 anos, do 4.º ano de Geografia. Ela tem problemas no horário de pico noturno, a partir das 22h30. Como alternativa, anda dez minutos até o ponto da Biologia, onde embarca no coletivo vazio. Às vezes, caminha 20 minutos até a estação. "O tempo que demora para passar um circular é o que se leva até o metrô." Aluno do 1.º ano de Jornalismo, William Nunes Luz, de 18 anos, também reclama da dificuldade para embarcar à noite. "É pouco circular para muita gente. Uma vez esperei passar três circulares lotados. Voltei para o ponto anterior para poder entrar e, mesmo assim, fui empacotado. É aterrorizante", diz.

A extinção das 701U-10 (Jaçanã-Butantã) e 724A-10 (Aclimação-Cidade Universitária) e a alteração da Linha 177P-10 (Santana-Butantã/USP), que agora faz ponto final no metrô, intensificam as reclamações. Além disso, as Linhas 107P-10 (Mandaqui-Pinheiros) e 107T-10 (Tucuruvi-Butantã) foram unificadas na 107T-10 (Metrô Tucuruvi-Pinheiros), que também passou a ir até o metrô.

"As linhas iam para a zona norte, mas também davam acesso aos eixos das Avenidas Paulista e Doutor Arnaldo", diz Thales Carpi, diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE). A percepção é de que sobraram poucas alternativas ao Terminal Butantã, saturando ainda mais os ônibus que servem à USP. O DCE cobra melhorias da USP. A prefeitura do câmpus argumenta que, embora comunique as reclamações à SPTrans, as linhas "têm sua programação própria sem qualquer ingerência da USP". Um documento foi encaminhado à prefeitura do câmpus e à empresa, em dezembro do ano passado, com 5 mil assinaturas, contra as mudanças. A SPTrans informou que fará um estudo sobre o problema e que não descarta aumentar o número de carros nas linhas.

Diante do número de passageiros, o consultor de trânsito Horácio Augusto Figueira apresenta sugestões. "Tem de aumentar o número de carros ou colocar um articulado no pico." A empresa informou que a demanda cresceu entre 20% e 25% no começo deste ano. A superlotação seria explicada pelo aumento sazonal do número de estudantes. A expectativa é de que o número caia a partir deste mês, quando há desistências. Além do bilhete único, as duas linhas aceitam o bilhete USP, de uso gratuito dos estudantes. Com o Busp, a circulação de ônibus no câmpus em dias úteis foi de 48 para 50 por hora nos picos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 01 de abril de 2013
USP promove palestras gratuitas para a Terceira Idade

 

No último dia 4, teve início o Ciclo de Palestras para a Terceira Idade, promovido pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo (USP).
Com palestras abertas ao público em geral, a coordenação do evento no bairro Butantã será da professora Silvya Stucchi Maria Engler e vão até o dia 27 de junho.
Entre os temas abordados estão os mitos e as verdades sobre a micro-biologia de alimentos, a qualidade de vida, a manutenção física e a longevidade.
Já estão confirmados entre os palestrantes as professoras Maria Teresa Destro e Sumie Hoshino Shimizu, da FCF/USP, e o médico Antonio Rodrigues.
As palestras acontecem nas quintas, das 14 às 16 horas. Inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3091-3661 ou pelo email ednbatista@usp.br.
Mais informações no site fcf.usp.br.

Fonte: Jornal Oeste News

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