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Notícias em O melhor do bairro de Butantã, São Paulo, SP

quinta-feira, 01 de março de 2012
Parque Linear do Sapé B: 20% das obras de canalização estão concluidas

Conhecido como Sapé B, a segunda parte da obra de canalização do córrego Sapé, no Rio Pequeno, para a construção de um parque linear, já está com 20% de suas obras concluídas. A informação é da Secretaria de Habitação, que diz que dos 600 metros de canalização prevista para esta segunda parte, ate o dia 31/12/2011 já haviam sido executados 100 metros.

O vereador Juscelino Gadelha (PSB) e o líder político Alberto Luiz da Silva (Beto) do Rio Pequeno – que pediram e estão empenhados na conclusão das obras – esperam que até o final de julho a obra esteja concluída. "Tudo isso vai garantir mais qualidade de vida para os moradores da região", diz o vereador Juscelino.

A Secretaria da Habitação informou ainda que no Sapé A, a primeira parte da canalização - de um trecho de 560 metros - 200 metros já foram concluídos. Conforme informações da Secretaria, a data prevista para a conclusão do parque é julho de 2012.

As obras do Sapé A , uma área de aproximadamente 40 mil metros estão orçadas em 74 milhões de reais – e as obras do Sapé B, orçadas em mais de 50 milhões.

A parte inicial da urbanização que visa dar uma nova cara ao Rio Pequeno, começou no córrego conhecido como Água Podre, cuja obra já está finalizada. Elas começaram na Rua Maria Rita Balbino, na Praça Antônio Bianco, onde o espaço hoje já é desfrutado pela população e por crianças que passeiam tranquilamente com suas bicicletas pelo local.
Sérgio Roberto de Paula-Jornalista
 

quinta-feira, 01 de março de 2012
Redução das linhas de ônibus Butantã-Centro aflige usuários

A mudança que a SPTrans realizou em algumas linhas do transporte público no final no início do ano está causando polêmica entre passageiros do Metrô e dos ônibus que circulam pela região de Pinheiros. Ao todo, foram alterados 17 itinerários de coletivos de que trafegam na zona Oeste de São Paulo. Foram extintas diversas linhas que antes seguiam para o terminal Bandeira ou ao Metrô Anhangabaú, no centro da cidade. Com a falta desse tipo de transporte, a maioria dos usuários migrou para a Linha Amarela, causando superlotação em várias estações nos horários de pico.

Márcia Brandão mora na zona Leste da cidade e trabalha na consultoria de comunicação LINK Portal, localizada em Pinheiros. Ela informa que a Linha 4 - Amarela ajudou a diminuir o tempo nas conduções. "Com o novo Metrô, economizo pelo menos 1 hora no trajeto ao trabalho. Antes, quando dependia dos ônibus que pegava próximo da estação Anhangabaú, eu levava até uma hora em dias chuvosos para chegar em Pinheiros. Minha alegria, porém durou pouco, pois hoje sofro com a superlotação!", exclama.

Apesar de enxergar muitos aspectos positivos com a operação do Metrô na região, Márcia mostra preocupação com a mudança das rotas de ônibus pela SPTrans. Ela diz que, ao ir para casa, algumas vezes, o Metrô apresenta problemas técnicos que inviabilizam o funcionamento eficiente do transporte. Problemas elétricos, por exemplo, tem acontecido com mais frequência nessa linha e levam tempo para serem solucionados. "Se não consigo utilizar o Metrô para retornar para casa, tenho que pegar um ônibus até o Anhangabaú. Se com as linhas de ônibus antigas já havia demora e superlotação, imagine agora com a diminuição das linhas?", indaga Márcia.

Outra profissional da LINK Portal da Comunicação - Elaine Pereira – também mora do outro lado da cidade, em São Miguel Paulista, na zona Leste e usufrui da Linha Amarela do Metrô. "Com menos ônibus para transportar cidadãos ao centro da cidade, presumo que mais pessoas utilizem o Metrô para fazer a viagem, por isso a nova linha já está saturada", garante. Para Elaine a situação é muito preocupante porque, segundo ela, "a linha que já é cheia nos horários de pico, sem a complementação do transporte, por via terrestre, está ainda mais lotada", reclama.

Mais desgastante é a situação de Bruna Flores, estagiária na mesma empresa. Ela sai todos os dias de São Bernardo do Campo, na Grande SP. Usa a Linha Verde do Metrô e faz transbordo para a Linha Amarela no ramal Paulista, mais precisamente na estação Consolação. "As pessoas parecem robôs enfileirados na pista rolante no acesso entre as duas conexões. Há pouco espaço para tanta gente junta. Agora sei precisamente o significado da frase 'sardinha em lata'. Ainda não me acostumei. Já chego ao trabalho cansada", revela.

Além delas, outra reclamante é Clarice Pereira, usuária do transporte intermunicipal. Todas as vezes que visita a mãe, na cidade de Osasco (SP), ela, que é moradora do bairro de Pinheiros, precisa trocar de coletivos, quatro vezes para chegar ao destino.

"Antes eu pegava um intermunicipal atrás da igreja do Largo de Pinheiros e descia na porta da casa de minha mãe, em trinta e cinco minutos. Só que agora, esse ônibus para na estação Butantã do Metrô, muito longe para ir a pé. Então tenho que pegar o Metrô na Faria Lima, andar duas estações para embarcar no ponto final do coletivo intermunicipal. Mas como ele circula apenas de hora em hora, é menos ruim descer uma estação antes, em Pinheiros, e lá fazer o transbordo para a CPTM até Osasco. Nessa estação tenho que pegar outro trem até a estação Comandante Sampaio, no ramal que vai para Itapevi, e depois ainda pegar um ônibus municipal até o bairro de minha mãe", enumera Clarice.

Ela reclama que não apenas as múltiplas integrações são cansativas, como também duplicou o tempo de viagem e o valor das passagens. "Hoje levo mais de uma hora no trajeto e ainda sou obrigada a gastar R$ 5,90 por percurso. Com o intermunicipal eu pagava apenas R$ 3,50 a passagem".

Entre tantas reclamações, também há aqueles que se sentem beneficiados pela facilidade de integração da linha Amarela do Metrô com os trens da CPTM. Uma delas é Ágatha Barbosa. Ela mora na zona Sul de São Paulo. Antes da opção pelo Metrô, ela levava duas horas e meia para chegar ao trabalho. Com as novas estações integradas, Ágatha economiza uma hora no percurso. "Não preciso ficar esperando ônibus na avenida Faria Lima e como ando apenas uma estação, da Faria Lima até Pinheiros, para pegar o trem não pego transporte tão lotado". Para ela, a integração do transporte poupa tempo, estresse e sufoco.

Fonte:Jornal Oeste News(02/2012)

quinta-feira, 01 de março de 2012
Reunião do CONSEG BUTANTÃ

Reunião do CONSEG BUTANTÃ, dia 01/03/2012 às 19:30h, Av. Otacílio Tomanik 1555, salão da Igreja de São Patrício.

A segurança e a qualidade de vida dependem da participação da comunidade com sugestões, esclarecimentos, projetos junto às autoridades policiais e da subprefeitura do Butantã.

PARTICIPEM!!!!!
É muito importante.

domingo, 15 de janeiro de 2012
Pesquisadores do Butantã e da USP testam vacina oral contra hepatite B

Pesquisadores do Instituto Butantã e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma vacina para hepatite B que pode ser consumida por via oral. Os testes em humanos devem começar ainda este ano. A grande esperança é que a tecnologia também funcione com outras vacinas que, por enquanto, só são administradas por injeção.

"Seria uma verdadeira revolução", afirma o pesquisador Osvaldo Augusto Sant’Anna, do Instituto Butantã, órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde. "A cobertura vacinal aumentaria muito, especialmente nos lugares mais pobres e distantes onde é difícil chegar com um profissional de saúde."

Ele recorda o impacto da vacina Sabin, de administração oral, na erradicação da poliomielite. "Poderíamos repetir o mesmo feito com outras doenças", pondera o cientista, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Toxinas.

Sant’Anna orgulha-se da simplicidade da ideia que inspirou a nova vacina: utilizar nanotubos de sílica para "proteger" os antígenos (responsáveis pela imunização) do suco gástrico e garantir a eficácia do produto (mais informações nesta página).

A pesquisadora Marcia Fantini, do Laboratório de Cristalografia do Instituto de Física da USP, prepara os nanotubos de sílica que o cientista do Butantã utiliza nos testes com camundongos. A pesquisadora utiliza a nanotecnologia, estudo da manipulação dos materiais na escala molecular. Os nanotubos utilizados na vacina, por exemplo, têm um diâmetro de 8 nanômetros. Cada unidade equivale à bilionésima parte de um metro.

Marcia recorda que a ideia de trabalharem juntos surgiu de diálogos no ônibus fretado que ia de Campinas para São Paulo, em 2001. Por coincidência, os dois pesquisadores viajavam no ônibus com alguma frequência.

"Outros países – como Estados Unidos e China – também pesquisam aplicações médicas para nanotubos de sílica", conta Marcia. "Mas nós fomos os primeiros a patentear o uso dessas estruturas na imunologia."

Empresa. Em 2005, Sant’Anna apresentou resultados preliminares do estudo em um simpósio dentro do Instituto Butantã. A farmacologista Regina Scivoleto, que se aposentara da USP, estava na plateia.

Ao deixar a universidade, Regina tinha uma clara ideia do abismo que separa a pesquisa do desenvolvimento de produtos no País. Por isso, decidiu tornar-se alguém que identifica oportunidades e constrói pontes entre a pesquisa na academia e a indústria. Conversou com o pesquisador do Butantã no fim da palestra e se comprometeu a colocá-lo em contato com o Laboratório Cristália.

O presidente do Cristália, Ogari Pacheco, afirma que a empresa já investiu R$ 30 milhões na pesquisa. "Temos uma particularidade", afirma o empresário, que também é médico. "Além de financiar a pesquisa, também oferecemos conhecimento. Temos pesquisadores da empresa que participam das discussões e do desenvolvimento do produto."

Ele ri ao relatar a surpresa do pesquisador do Butantã quando soube que a empresa financiaria o projeto. "Ele me disse: ‘você é um ET", recorda. "(O cientista) já tinha batido em outras portas antes, sem resultado. Foi o melhor elogio que já recebi até hoje."

Pacheco afirma que já começaram as pesquisas para utilizar a tecnologia em vacinas para outras doenças.

A sílica é um dos compostos mais abundantes da crosta terrestre. Formada pela união do oxigênio e do silício, é usada na fabricação do vidro. Em estudo publicado em 2006 na revista Small, os cientistas já haviam comprovado que a sílica nanoestruturada atuava, em camundongos, como um vigoroso adjuvante – substância que acompanha a vacina para amplificar a resposta do sistema imunológico e, consequentemente, a proteção.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

 

quinta-feira, 01 de dezembro de 2011
Evento na ACSP Butantã entrega Troféus Marco da Paz

No último dia 9 de dezembro, a Associação Comercial de São Paulo – Distrital Butantã realizou uma solenidade para entregar o Troféu Marco da Paz às pessoas que se destacaram em 2011. O evento, que recebeu centenas de pessoas, contou com a presença de convidados especiais, conselheiros da ACSP e familiares dos homenageados.

Os ganhadores do troféu foram: Jodolosi Lopes Siqueira, Claudiléia Pereira de Barros, Clóvis de Barros Oliveira, Wagner Lechner Munduruca, Irene Navarro, Paulo Leite Araúko Suiama, Ricardo Raymundo dos Santos, Edson Costa, Elias Marcellino Barbosa, Gabriela Rodrigues de Campos, Sérgio Pereira Rodrigues, Paulo Sérgio Moreira Furbino, Rosangela Monteiro, Guilherme Bonfim, Sueli Chaves Eguchi e Argeu Tavares de Souza, que recebeu o Troféu Figura Símbolo do Butantã.

Foram padrinhos do evento: Deise Cristina Sorocaba (Inspetora Chefe Regional da Guarda Civil Metropolitana), José Luis de Souza ( Comandante do 16º Batalhão de Policia Militar), Luciana Martin de Oliveira Souza ( Delegada Titular da 3ª Delegacia de Policia da Defesa da Mulher - Região Oeste) , Daniel Barbosa Rodrigueiro ( Subprefeito do Butantã) e Paulo Soares de Oliveira (diretor superintendente da ACSP - Distrital Butantã).
Fonte:Jornal Oeste News
 

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