Alterar Região
Tenha seu próprio negócio na internet em parceria com a empresa líder em diretórios regionais no Brasil.
Torne-se um franqueado do Portal O Melhor do bairro e obtenha ótimos ganhos gerenciando este website.
Categorias

Notícias em O melhor do bairro de Centro, Conselheiro Lafaiete, MG

sexta-feira, 20 de março de 2015
Violência e impunidade de “Pipocas” revoltam família de vítima

A audácia e crueldade com que agem os membros do grupo conhecido como gangue dos pipocas não conhece limites. Protegidos pelo escudo da menoridade, já que a maioria do bando é formada por adolescentes, estes pequenos marginais, que são quase todos parentes entre si, abordam cidadãos desarmados e indefesos e usam de violência para roubar o que a vítima tiver de valor; caso não tenha nada que renda algum lucro aos delinquentes, o castigo vem em dobro, pois a agressão é ainda mais brutal.

Muito machucado Cabrito segue internado

Muito machucado Cabrito segue internado

A vítima mais recente destes jovens assaltantes, que se consideram os reis das ruas de Conselheiro Lafaiete, é o senhor Vitorino Dias de Souza, de 44 anos, conhecido como Cabrito. Personagem quase folclórica da cidade, Vitorino circula com frequência pelas imediações da rodoviária e não há quem não o estime. Sua natureza pacífica e amistosa o converteu numa espécie de faz-tudo para os trabalhadores do comércio local, seja comprando uma fruta, pagando uma conta ou efetuando pequenos depósitos. 

Na noite desta quarta-feira (18/03), Vitorino entrou para a lista de agredidos pela gangue dos pipocas. Em entrevista ao site de notícias Fato Real ele falou sobre o bárbaro espancamento que sofreu somente porque não tinha dinheiro para dar aos bandidos: “Estava tomando um aperitivo na lanchonete e, quando saí do banheiro, surgiram dois camaradas me chutando. Me bateram à toa, pois não mexo com ninguém. Minha sorte foi que dois companheiros que trabalham na rodoviária viram e me salvaram. Se não eu ia ser morto. Depois a polícia chegou.”

Os chutes e socos foram de tal modo violentos que o senhor Vitorino apresentava diversas escoriações e um inchaço na face que não o deixava articular claramente as palavras. A família de Vitorino Dias de Souza confirma que ele é um homem humilde e o único excesso que se permite é, beber um pouquinho além da conta. Mas nem assim ele compra brigas ou se envolve em discussões. Vanda, irmã de Vitorino, confessa que não entendeu a conduta adotada pela polícia no caso: “Os agressores foram presos; porém, dizem que justamente um que é maior de idade foi liberado. Parece que é porque a pessoa que ele agrediu não estava na delegacia, mas meu irmão não tinha condições de estar lá. Está na ocorrência que um dos agressores, disse ao policial que não tinha problema e que logo eles iam sair fora (da delegacia).”

DSC05049No texto do boletim de ocorrência a ousadia: “Isto não dá em nada, afirma agressor

Chamou a atenção do filho da vítima, Douglas Vitorino de Souza, a certeza do agressor em relação à própria impunidade: “O policial nem precisou sair correndo atrás do pipoca menor; bastou chamá-lo pelo nome e ele veio, pois está acostumado com a impunidade. Eles falam que menores não podem trabalhar, mas podem quase matar uma pessoa de bem. O que eles cometeram foi uma tentativa de homicídio. Deveriam, pelo menos, ter ficado presos por 45 dias.”

Esclarecimento

A decisão de liberar o agressor maior de idade apesar de este ter sido preso em flagrante foi explicada pelo delegado Daniel Gomes de Oliveira; a julgar pelas palavras do policial, a aura de impunidade dos pipocas é tão poderosa que até acaso e sorte conspiram para protegê-los: “Qualquer prisão realizada exige requisitos legais para que seja efetivada. O delegado de plantão se deparou com uma situação inusitada em que vieram conduzidos para a delegacia apenas os autores; a vítima estava hospitalizada, sem condições de ser ouvida naquele momento, e a testemunha arrolada no boletim de ocorrência não estava na delegacia para  prestar declarações. Ficou muito complicado manter os indivíduos presos porque só a versão dos autores foi apresentada.”

Foi solicitado o prontuário médico das agressões sofridas pela vítima e a testemunha está intimada a comparecer nesta sexta-feira (20) à delegacia para apresentar sua versão sobre o brutal espancamento. Daniel Gomes assegurou que, independentemente do crime cometido, os responsáveis receberão a punição que lhes couber: “O menor pode sofrer as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que é uma legislação muito branda diante da criminalidade que vem crescendo entre as crianças e adolescentes do Brasil. De qualquer forma, as sanções ali previstas, se for comprovado o seu envolvimento, serão aplicadas a ele também”, concluiu o delegado.

Fonte: Fato Real

quinta-feira, 19 de março de 2015
Dono de bar fala sobre atropelamento coletivo ocorrido em Lafaiete

Só depois de se refazer do susto causado pelo incidente da noite de domingo (14/03), quando um motorista subiu com o carro na calçada, invadiu a área de mesas do estabelecimento e atropelou diversas pessoas causando ferimentos em várias delas, o dono do bar Espaço Provisório recebeu a equipe de reportagem do site de notícias Fato Real para falar sobre o episódio.

DSC04967

Segundo Jairo Teixeira dos Reis (foto acima), tudo parece ter se originado em uma briga de casal que teve como consequência a atitude intempestiva do motorista que, embriagado, entrou com seu veículo na área externa do bar onde fregueses assistiam a apresentação de um grupo de pagode.

O comerciante confirmou que o estabelecimento é equipado com câmeras de segurança; mas, em princípio, as imagens não deixam claro se o motorista agiu de maneira intencional ou impensada: “É muito difícil a gente saber o que se passa na cabeça das pessoas. Calculo que cerca de 300 a 400 pessoas estavam assistindo o show. O fato é que já estava quase na hora de terminar a brincadeira quando tudo aconteceu. Só temos a lamentar  ocorrido.”

IMG-20150315-WA0052

Na confusão, todas as mesas e cadeiras do bar Espaço Provisório foram danificadas; diversas foram jogadas por testemunhas revoltadas contra o carro do atropelador. Somada a perda do mobiliário e despesas deixadas por fregueses que, em meio à confusão, saíram sem pagar a conta, Jairo Teixeira afirma ter amargado um prejuízo em torno de 20 mil reais.

O motorista só escapou de agressão ainda mais violenta graças à intervenção sensata do proprietário: “A segurança do estabelecimento interveio; colocamos ele pra dentro e fechamos as portas para assegurar sua integridade física até à chegada da polícia. Acho que o que ele fez não justificaria a conduta violenta das pessoas, até porque ninguém tem certeza do que realmente deu na cabeça do rapaz.”

O bar Espaço Provisório funciona há três anos no nº 1.315 da rua Joemy Faria, no bairro Progresso. Neste tempo, Jairo Teixeira afirmou que nunca houve episódio de tanta gravidade como o registrado neste domingo.

DSC04968

Quanto a facada que o motorista julgou ter sofrido, desferida por um popular, o comerciante acredita que, na verdade, o objeto cortante que feriu a vítima à altura do tórax tenha sido uma lasca arrancada de uma das cadeiras do bar (foto acima).

Por conta do incidente, o bar Espaço Provisório não deve receber os clientes no próximo domingo.

Fonte: Fato Real 

quarta-feira, 18 de março de 2015
Sonho da casa própria vira pesadelo para compradores de imóveis em Lafaiete

Compradores de imóveis do Condomínio Residencial Vivendas da Natureza, que está sendo construído no bairro Moinhos, em Conselheiro Lafaiete, estão enfrentando sérias dificuldades. Alguns além de pagar parcelas que superam a renda mensal, enfrentam o atraso na entrega dos imóveis pela Arrimo (empresa responsável pelo empreendimento); problemas que estão tirando o sono de mais de 300 famílias que veem o sonho da conquista da casa própria se transformar em pesadelo. 

menos avancados  90 por cento concluido

Apartamentos deveriam ter sido entregues em abril de 2014 podendo ocorrer atraso de até 180 dias

Segundo os compradores, a justificativa dada para o aumento das parcelas foi o reajuste do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que foi adicionado ao valor das mensalidades após a assinatura dos contratos. Grande parte dos compradores afirmam que, se soubessem desta cobrança antes de assinar os contratos, não teriam fechado o negócio. É o caso de João Fernando Melo, cuja renda mensal comprovada e presente no contrato de financiamento da Caixa Econômica Federal é de R$2.103,00; somando os juros de obra cobrados pela Caixa ao INCC, ele acumulou, em novembro do ano passado, despesa deR$2.744,8comprador8 com o futuro apartamento, mais que o dobro de sua renda familiar: “Nos foi falado que, se a gente não assinasse o documento aditivo ao contrato, o financiamento não seria liberado pela Caixa. Eu assinei, mas sem mesmo saber o que era, pois não tive o aconselhamento de um advogado. Com o passar do tempo é que foi chegando essa taxa. Pago R$480,00 de aluguel, tenho as despesas familiares e não tenho como pagar um absurdo destes”, afirmou o comprador.

presidente sindicatoAlém dos clientes, trabalhadores da construtora Arrimo também estariam tendo seus direitos desrespeitados.

Segundo Emerson Lopes dos Santos (foto), presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil na região, a empresa não estaria depositando o FGTS e I.S.S dos funcionários e teria cometido outras falhas graves que já levaram, inclusive, à interrupções no serviço pelos trabalhadores. As paralisações atrasaram ainda mais a entrega das unidades habitacionais.

Segundo o presidente, os problemas começaram há cerca de dois anos juntamente com a construção do condomínio e, desde então, se acumulam quase 200 processos na Justiça do Trabalho em Lafaiete sem que a empresa se manifeste oficialmente: “Os responsáveis mostram-se indiferentes em relação à situação e dizem ao sindicato que, se não for concluída a obra, não haverá como pagar aos trabalhadores. Na realidade, para o sindicato e para os órgãos competentes do trabalho, não importa o porquê; o fundamental é que se pague pelo serviço prestado. Se a construtora não tiver condições, que entregue a obra para que outra empresa toque e faça com que os trabalhadores recebam seus direitos.”

Outro ponto que causou estranheza ao sindicalista é o fato de a Caixa Econômica Federal continuar repassando verbas à construtora Arrimo para conclusão do conjunto habitacional do bairro Moinhos: “É uma empresa descompromissada e demonstra que não tem responsabilidade com os trabalhadores, nem com a Justiça. É uma empresa que deixa o trabalhador em situação de miséria e abandono; ela não tem compromisso trabalhista e social, muito menos empreendedor e jurídico, razão pela qual deveria estar fora do mercado. Ao se colocar nesta situação a Caixa Econômica está sendo complacente com uma empresa que sequer tem responsabilidade para com seus colaboradores”, concluiu o sindicalista.

 

Fonte: Fato Real

segunda-feira, 16 de março de 2015
Suspensa ação de demolição de casas no N.Sra.da Guia

Mesmo amparada em acordo firmado entre prefeitura, Ministério Público e associações representativas dos moradores, a demolição de quatro imóveis construídos irregularmente no bairro Nossa Senhora da Guia, em Conselheiro Lafaiete, acabou não acontecendo. A ação, prevista para ocorrer  na última sexta-feira 13/03, coordenada pelo Departamento de Meio Ambiente da prefeitura, foi desarticulada no último minuto.

Conforme Flaviana Martins Bárbara, presidente da Associação de Moradores da Linhazinha, o acordo previa que imóveis que já estivessem sendo ocupado pelas famílias só seriam derrubados depois que os proprietários recebessem as chaves de novas unidades habitacionais que estão sendo construídas no residencial D. Luciano Mendes de Almeida, no bairro São Jorge. O que o entendimento não previa, ainda segundo a líder comunitária, era a possibilidade de haver problemas de cadastramento das famílias no novo loteamento, como a incompatibilidade da faixa de renda dos candidatos com a exigida por aquela modalidade do programa federal Minha Casa, Minha Vida. Flaviana explicou que os lotes foram doados pela associação, que não dispõe de terrenos a serem doados em outro lugar. A única área teoricamente disponível, que poderia ser dividida em três lotes com cerca de 180 metros quadrados, é justamente aquela que as autoridades de meio ambiente afirmam ser de preservação permanente e, portanto, intocável. A dirigente sustenta, contudo, que os terrenos foram adquiridos pela entidade em 2002 de maneira regular e com aprovação do município e da Câmara de Vereadores.

Mandado judicial

foto 2

Na sexta-feira, a Polícia Militar compareceu para garantir a demolição das casas, construídas ilegalmente nas quadras 11 e 12 da rua dos Pinheiros. Contudo, a ação foi adiada, segundo o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Marco Antônio da Silva, porque, após consulta à assessoria jurídica do 31º Batalhão, o comandante do policiamento, capitão Cléssius, considerou que seria necessária a apresentação de um mandado judicial diante da resistência da comunidade. Somente com este instrumento, segundo Marco Antônio, o comando da 65ª Companhia poderia recorrer a outros órgãos, caso fosse preciso, para solicitar equipamentos e reforço do efetivo para coibir eventuais conflitos.

O diretor do Departamento de Meio Ambiente negou que esteja havendo inércia por parte do município, que se atém ao cumprimento do que a lei determina. Ainda segundo Marco Antônio, a prefeitura não solicitou o mandado judicial porque não o considerava necessário para realizar a demolição.

O fato da exigência do mandado judicial foi imediatamente comunicado ao Ministério Público. Provavelmente o documento será providenciado e a ação de demolição deva ser efetivada em breve.

Fonte: Fato Real

terça-feira, 03 de março de 2015
Olimpíada Estudantil reunirá mais de mil estudantes

A prefeitura de Conselheiro Lafaiete por meio das Secretarias Municipais de Educação e Esporte realiza entre os dias 17 e 21 de março a 18ª Olimpíada Estudantil com a participação de alunos/atletas de escolas municipais, estaduais e particulares. Segundo o coordenador da competição, Dirnei Nunes Nascimento, a Olimpíada Estudantil será disputada nas modalidades de handebol, futsal, basquete, vôlei e xadrez nos módulos feminino e masculino para atletas com idades entre 12 e l7 anos.

A secretária municipal de Esporte, Rosângela Cristina Alves Ferreira explicou que a Olimpíada Estudantil também equivale a fase municipal dos Jogos Escolares de Minas Gerais no qual as equipes classificadas vão à fase microrregional da competição. Segundo ela, no ano passado 900 atletas participaram dos jogos e para 2015, já houve a inscrição de aproximadamente 1200 alunos.

Congresso técnico

Concresso técnico

Na última sexta-feira, 27/02 aconteceu o congresso técnico no auditório da Secretaria Municipal de Educação com a participação de representantes das equipes e das escolas participantes da olimpíada. Durante o encontro foram sorteados os confrontos entre as esquipes e acertados os detalhes quanto à disputa dos jogos.

A abertura da Olimpíada Estudantil está marcada para o dia 17/03, às 8h, no ginásio da Escola Estadual “Narciso de Queirós”. Os jogos terão entrada franca e serão disputados nos ginásios do Clube Carijós, Escola Estadual “Narciso de Queirós”, Escola Estadual ”Monsenhor Horta” e da Escola Municipal “Nilce Moreira”.

Fonte: Fato Real

1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Próximo >