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Notícias em O melhor do bairro de Centro, Conselheiro Lafaiete, MG

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Marcada Audiência Pública para definição do valor da tarifa de ônibus em Lafaiete

O Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de Conselheiro Lafaiete está convocando todos os cidadãos de Conselheiro Lafaiete para a audiência pública que foi agendada para o dia 06 de fevereiro de 2015, às 18h no plenário da Câmara Municipal. O objetivo é discutir junto à sociedade o processo de revisão tarifária do transporte coletivo municipal e parecer técnico da procuradoria municipal e secretária da fazenda municipal sobre a planilha apresentada pela empresa viação Presidente Lafaiete Ltda com pedido de reajuste da tarifa.

concessionária do transporte público pediu que o valor fosse aumentado para R$2,84. Alegando a falta de elementos que justificassem a majoração pelo índice máximo pleiteado pela Viação Presidente o parecer apontou que o valor poderia ser reajustado, no máximo, dos atuais 2,40 para R$2,60. O parecer foi aprovado pelo conselho na semana passada por oito votos favoráveis e apenas um contrário. E agora vai ser apresentado na Audiência Pública.

Fonte: Fato Real

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Marrom Glacê recebe clientes pela última vez no centro de Lafaiete
 

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Um dos restaurantes mais tradicionais de Conselheiro Lafaiete recebeu pela última vez os seus clientes no centro da cidade neste sábado, 24/01. O Marrom Glacê localizado na esquina entre as ruas Deputado Antônio Franco Ribeiro e José Nicolau de Queirós há 23 anos vai deixar a área central da cidade. Com um nome supostamente inspirado numa antiga novela da Rede Globo o restaurante se tornou um dos pontos de encontro mais conhecidos de Conselheiro Lafaiete.

Josu00E9 Maria e esposa, Mu00E1rica Aparecida Vieira PaivaJosé Maria e sua esposa Adriana

O proprietário do estabelecimento, José Maria de Paula Paiva explicou que o alto custo do aluguel do espaço é o principal do fechamento do Marrom Glacê que funciona há 23 anos no centro. José Maria que começou trabalhando no local como garçom e se tornou proprietário lamentou ter que deixar a área central da cidade, mas afirmou que isso não significa o fim do Marrom Glacê que irá para a avenida Furtado, 178, bairro São Sebastião, onde já funciona uma churrascaria pertencente ao seu irmão.

Josu00E9 Maria e clientes

“O Marrom Glacê sempre foi referência no centro da cidade. Recebemos diariamente gente de várias cidades e até mesmo gringos frequentam o restaurante quando passam por Lafaiete. Já recebi gente da Alemanha, da Sérvia, da Jou00E3o Batista de SouzaItália e de vários outros lugares. Agradeço de coração a todos os clientes e os comerciantes que estão aqui em volta do Marrom Glacê pelo apoio durante o tempo que ficamos aqui e estaremos de braços abertos para recebê-los no novo endereço”, disse José Maria.

Um dos frequentadores assíduos do Marrom Glacê, João Batista de Souza (foto ao lado) classificou o Marrom Glacê como uma segunda “rodoviária”, pois o local recebia pessoas de todas as cidades da região, sendo um  ponto para ida e partida para inúmeros destinos. “O Marrom Glacê vai fazer muita falta aqui no centro, mas vamos frequentar no novo endereço como uma demonstração de amizade com o José Maria que conseguiu nestes 23 anos receber bem as pessoas com dignidade, atenção e como família”.

Josu00E9 Maria e Didi

Frequentador há quase 20 anos, Expedito Carlos de Oliveira Silva, o Didi (foto acima), lamentou a saída do restaurante do centro da cidade, mas afirmou que irá acompanhar o estabelecimento no novo endereço. Ele destacou ainda que o Marrom Glacê foi um local onde nasceram inúmeras amizades. “É uma perda muito grande para o centro”, lamentou.

Embora o clima no último dia de funcionamento do Marrom Glacê fosse de despedida o encerramento das atividades no local também tomou áreas de confraternização entre a direção do restaurante, funcionários, clientes e amigos.

Texto e fotos: José Carlos Vieira/Jornalista.

Fonte: Fato Real

 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Família se pronuncia sobre morte de manicure em clube

Um dia após o sepultamento de Alessandra Maria Barbosa, de 44 anos, e depois da divulgação oficial pelo Instituto Médico-legal do laudo que apontou a causa-mortis, o irmão da manicure atendeu o Fato Real para expor a posição da família em relação às circunstâncias em que Alessandra perdeu a vida no último domingo (18/01) nas dependências do Clube Recreativo Dom Pedro II, em Conselheiro Lafaiete.

Marcelo Barbosa, que trabalha como técnico de enfermagem na Policlínica Municipal, disse que estava de plantão quando recebeu o telefonema de uma sobrinha dizendo que Alessandra havia se afogado. Em seguida, uma pessoa que informou ser enfermeira e se identificou como Fernanda, pegou o telefone e disse que a manicure havia morrido em virtude de afogamento: “A enfermeira me disse que ela, outro enfermeiro e usuários do clube a tiraram da piscina e iniciaram os primeiros socorros, mas infelizmente não tiveram êxito”.

Fato Real: Como surgiram informações de que ela poderia ter sofrido uma parada cardíaca?

Marcelo Barbosa: Não sei de onde o clube tirou essa informação, pois, desde o início, todos falavam em afogamento. Se tivéssemos pensado em parada cardíaca (infarto), não teríamos mandado o corpo para o IML.

F R: Alguém da família estava no clube na hora do fato?

Marcelo: Sim. Minha irmã, irmão, sobrinhos e cunhados estavam se preparando para ir embora quando falaram que tinha uma mulher boiando na piscina. Minha sobrinha chegou perto e, no primeiro momento, não reconheceu; só depois viu quem era.

F R: Como a família define o comportamento do clube? O socorro foi prestado de forma correta? O que faltou?

Marcelo: A conduta foi péssima e o socorro não foi prestado corretamente. Acho que tinha de haver mais respeito do clube com seus sócios. Pelo que me informaram, lá existe um salva-vidas; porém, desde meio dia até o acontecido, ele não ficou em seu posto, que é uma cadeira perto da piscina, mas sim, andando ou encostado no balcão do bar conversando. A meu ver, salva-vidas têm que ficar sentado perto da piscina observando os banhistas.

Alessandra BArbosaMarcelo Barbosa acredita que, se houvesse mais salva-vidas e todos estivessem com a atenção concentrada na piscina, teriam visto quando Alessandra começou a se afogar e talvez sua irmã não tivesse morrido.

F R: Pode ter havido despreparo quanto aos métodos de socorro empregados?

Marcelo: Sim; pois, pelo que sei, não existe equipe de socorro no local. Os sócios que prestaram o socorro e fizeram o que estava ao seu alcance. No vídeo que recebi só vi gritaria e os funcionários do clube andando de um lado pro outro sem tomar atitude alguma. Várias pessoas estão dispostas a falar o que viram.

FR: O que ocorreu com o uso do desfibrilador?

Marcelo: A pessoa que levou o DEA se esqueceu de levar as pás do aparelho que, sem elas, não serve pra nada. Tiveram que voltar aonde estavam guardadas para buscá-las (e me falaram que não é perto). O desfibrilador deveria estar ao alcance de uma pessoa preparada para usá-lo.

O irmão de Alessandra Barbosa acrescentou que o laudo médico é conclusivo ao apontar asfixia por afogamento como causa da morte da manicure. Tanto que a certidão de óbito já foi entregue à família. O médico legista, segundo Marcelo, teria dito que os pulmões de Alessandra estavam encharcados de água.

Por fim, Marcelo confirmou que os parentes cogitam acionar o clube Dom Pedro II na Justiça para evitar que o acidente que tirou a vida de Alessandra, não vitime outros frequentadores, nem enlute outras famílias.  Ele criticou a conduta do clube e aconselhou outras pessoas para que tomem muito cuidado com os seus, principalmente com as crianças, “pois aquele lugar não tem condições nenhuma de dar socorro pra ninguém”, disse.

“Que tenham mais funcionários e com qualificação para poder dar mais condições de segurança para os seus sócios. Tivemos informações que a diretoria do clube reuniu-se com seus funcionários e deu a ordem para eles não fazerem declarações ou alegarem que ela enfartou”, concluiu.

Fonte: Fato Real

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Bombeiros evitam incêndio em casas e ferro velho

Na tarde desta terça-feira, 20/01, às margens da BR-040, próximo a garagem de ônibus da viação Presidente, no bairro Carijós (região sudoeste), os bombeiros foram acionados para combater um incêndio em vegetação, com risco de atingir residências e um ferro velho.Foram utilizados aproximadamente 15.000 litros de água, abafadores, bomba costal, feito aceiros e o empenho de oito militares, três viaturas e aproximadamente 6 horas de combate. O fogo foi debelado já no início da noite sem maiores danos.

Fonte: Correio da Cidade

terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Infestação do mosquito da Dengue é baixa em Lafaiete

O município de Conselheiro Lafaiete continua mantendo baixo o índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue. É o que aponta o resultado do último LIRA (Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes Aegypti) realizado na cidade entre os dias 12 e 16 de janeiro de 2015 e divulgado nesta segunda-feira, 19/01.

De acordo com o coordenador de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde, José Elias de Souza, o LIRA apontou um índice de 0,2, número considerado baixo pelo Ministério da Saúde, que considera como aceitável o índice de 1%. O coordenador informou ainda que focos positivos foram encontrados nos bairros Santa Terezinha, Siderúrgico, Campo Alegre e Rosário, porém os locais já receberam o tratamento adequado com o objetivo de eliminar as larvas encontradas.

José Elias explicou que o trabalho realizado pelos agentes de endemias e a colaboração da comunidade vem contribuindo para que o índice continue baixo no município. Porém, o coordenador destaca que a falta de chuva neste período é um alerta para a população não se descuidar e continuar seguindo os métodos de combate a Dengue.

Esquistossomose

A equipe de endemias também trabalha no combate a Esquistossomose no município, segundo informou José Elias de Souza. Ele pede a colaboração da população para que autorize a entrada dos agentes nas residências, tendo em vista que a Esquistossomose é umadoença que leva a problemas de saúde crônica.

A infecção é adquirida quando as pessoas entram em contato com água doce que está infectada com as formas larvais de parasitas da espécie Schistosoma. Os vermes adultos microscópicos vivem nas veias de drenagem do trato urinário e dos intestinos. A maioria de seus ovos fica presa nos tecidos e reação do corpo a eles pode causar grandes danos à saúde.

Contato

O setor de endemias funciona nas dependências da Secretaria Municipal da Saúde, à rua Rodrigues Maia, 490, bairro Angélica. Mais informações no disque Dengue 3769-2555 de 7h às 17h.

Fonte: Fato Real

 

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